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Os Teus Segundos de Reflexão

Intolerancia a la lactosa: sintomas y alimentación sin lactosa
Alimentación

Intolerância à lactose: sintomas e alimentação sem lactose

Eva García Ferrer

Descubra os sintomas da intolerância à lactose, como saber se é intolerante e que alimentos deve evitar. Aprenda a seguir uma dieta sem lactose de forma simples e saudável. O que é a intolerância à lactose? A intolerância à lactose é uma condição digestiva que ocorre quando o organismo não consegue digerir corretamente a lactose, o açúcar natural presente no leite e noutros produtos lácteos. Isto acontece devido a uma deficiência da enzima lactase, responsável por decompor a lactose no intestino delgado. Segundo a Fundación Española del Aparato Digestivo (FEAD), mais de 30% da população adulta tem algum grau de intolerância à lactose, e a sua prevalência aumenta com a idade. Sintomas da intolerância à lactose Os sintomas de intolerância à lactose costumam surgir entre 30 minutos e 2 horas após o consumo de alimentos com lactose. Os mais comuns são: Dor ou inchaço abdominal. Gases e flatulência. Náuseas ou vómitos. Diarreia ou fezes moles. Sensação de enfartamento ou mal-estar geral. Estes sintomas podem variar consoante a quantidade de lactose consumida e o nível de tolerância individual. Como saber se sou intolerante à lactose Se se pergunta como saber se é intolerante à lactose, preste atenção ao que sente depois de consumir leite, iogurtes ou queijos. Os especialistas costumam recomendar: Eliminar temporariamente os lacticínios durante 2-3 semanas e observar se os sintomas desaparecem. Reintroduzi-los gradualmente para confirmar se o desconforto volta. Realizar exames médicos específicos, como: Teste respiratório de hidrogénio. Teste de tolerância à lactose. Análise genética. Um diagnóstico adequado é fundamental para ajustar a alimentação sem eliminar nutrientes essenciais, como o cálcio ou a vitamina D. Alimentos com lactose que deve evitar Se sofre desta condição, é importante conhecer os alimentos com lactose mais comuns: Leite de vaca, cabra ou ovelha. Iogurtes, queijos de pasta mole e natas. Manteiga, bechamel e sobremesas lácteas. Pães industriais, molhos, fiambre e produtos pré-cozinhados (muitos incluem lactose como aditivo). Conselho: Leia sempre os rótulos, pois a lactose pode surgir em produtos onde menos espera, incluindo medicamentos ou suplementos. Dieta sem lactose: como alimentar-se de forma equilibrada Seguir uma dieta sem lactose não significa abdicar de uma alimentação variada e saborosa. Atualmente, existem inúmeras alternativas que lhe permitem desfrutar das suas refeições favoritas sem desconforto digestivo. Alimentos sem lactose recomendados: Bebidas vegetais: de aveia, amêndoa, soja ou arroz. Iogurtes e queijos sem lactose. Fruta e legumes frescos. Leguminosas, cereais integrais e frutos secos. Carnes, peixes e ovos (não contêm lactose de forma natural). Além disso, pode comprar produtos sem lactose específicos para a sua dieta, disponíveis em ervanárias e lojas especializadas. Na Dietética Ferrer encontrará uma ampla seleção de opções para intolerantes à lactose; pode explorá-la aqui: comprar produtos sem lactose. Perguntas frequentes sobre a intolerância à lactose Quais são os sintomas da intolerância à lactose? Dor abdominal, gases, diarreia, náuseas e sensação de inchaço após consumir leite ou derivados lácteos. Como saber se tenho intolerância à lactose? Se os sintomas surgirem depois de consumir lacticínios e desaparecerem ao retirá-los, é muito provável que seja intolerante. Confirme-o com um teste médico. Que alimentos contêm lactose? Principalmente leite, queijos, iogurtes e outros produtos derivados. Também pode estar presente em alimentos processados e medicamentos. Posso consumir queijo se for intolerante? Depende do tipo de queijo: os curados contêm muito pouca lactose, por isso costumam ser melhor tolerados. Que alimentos posso incluir numa dieta sem lactose? Bebidas vegetais, fruta, legumes, carne, peixe, ovos e produtos rotulados como “sem lactose”. Curiosidades sobre a intolerância à lactose O ser humano é o único mamífero que continua a consumir leite na idade adulta. Nos países asiáticos e africanos, mais de 80% da população é intolerante à lactose. A lactose é utilizada na indústria alimentar não só pelo seu sabor, mas também como conservante e melhorador de textura. Conclusão A intolerância à lactose não é uma doença grave, mas pode afetar significativamente a qualidade de vida se não for identificada atempadamente. Com uma dieta sem lactose adequada e escolhendo alimentos sem lactose, é possível desfrutar de uma digestão leve e de uma vida completamente normal. Se suspeita que pode ter esta intolerância, consulte um especialista e ajuste a sua alimentação de forma progressiva. Bibliografia Fundación Española del Aparato Digestivo (FEAD). Guia sobre a intolerância à lactose. Mayo Clinic. Intolerância à lactose: sintomas e causas. World Gastroenterology Organisation. Diretrizes Globais sobre Intolerância à Lactose.

¿Te cuesta dormir con el cambio de hora? Descubre cómo adaptarte
Estrés

Tem dificuldade em dormir com a mudança da hora? Descubra como se adaptar

Eva García Ferrer

Sempre que adiantamos ou atrasamos o relógio, o nosso corpo não percebe que “é só uma hora”: para ele, trata-se de uma mudança real. Esta pequena alteração horária pode desregular o sono, afetar o humor e até alterar a digestão. Neste artigo, vamos explorar como a mudança da hora afeta o sono e o organismo, e mostrar-lhe formas naturais de se adaptar — incluindo suplementos que pode encontrar na Dietética Ferrer — para que esta transição passe quase despercebida. Porque é que a mudança da hora desregula o seu corpo? O que acontece ao ritmo circadiano O nosso organismo funciona graças a um relógio interno chamado ritmo circadiano, que define os momentos de alerta, de sono, a regulação hormonal e muitos processos metabólicos. Quando fazemos uma mudança da hora, mesmo que seja apenas de uma hora, este relógio “dessincroniza-se”: a produção da hormona do sono (melatonina), a temperatura corporal e o estado de vigília sofrem alterações. Efeitos comuns: sono, humor e metabolismo Esta desregulação pode provocar: dificuldade em adormecer ou em manter o sono. sensação de cansaço, falta de concentração ou irritabilidade. alterações do apetite ou digestivas, uma vez que o metabolismo abranda ou se adianta.Por isso, a ligação entre mudança da hora e saúde não é coincidência: o organismo é obrigado a adaptar-se. Sinais de que o seu organismo está a sentir a mudança de horário Tem dificuldade em adormecer ou acorda mais cedo do que é habitual. Sente-se “em baixo” ao acordar ou como se não recuperasse energia. Alterações no apetite, digestões mais lentas ou desconforto gastrointestinal. Aumento da irritabilidade, menor tolerância ao stress ou humor em baixo.Se reconhece vários destes sinais após a mudança, é provável que o seu relógio interno esteja em processo de reajuste. Chaves para se adaptar ao novo horário Hábitos essenciais de higiene do sono Mantenha horários regulares: deite-se e levante-se à mesma hora. Evite ecrãs com luz azul pelo menos 1 hora antes de dormir. Garanta escuridão no quarto: uma luz ténue pode inibir a produção de melatonina. Opte por jantares leves e evite estimulantes como café ou bebidas energéticas ao final da tarde. Se puder, ajuste os horários de forma gradual nos dias anteriores à mudança da hora para atenuar o impacto. Suplementos naturais como ajuda Quando o corpo precisa de um pequeno “empurrão” para se adaptar à mudança de horário — especialmente na regulação do ritmo circadiano— alguns suplementos podem funcionar como apoio natural. Sura Vitasan Dormo‑8 Complex: Formulado para “regular o ritmo circadiano” e promover um sono reparador. Fórmula Noite Zeus: Complemento pensado para pessoas com desregulações do sono noturno ou alterações na rotina. Eladiet Bom Dia: Uma opção para favorecer o descanso noturno e melhorar o despertar no novo horário. Lembre-se: estes suplementos são um apoio ao estilo de vida e aos bons hábitos de sono. Não substituem uma rotina adequada nem o aconselhamento profissional. As mudanças da hora podem ter um impacto maior do que pensamos: desregulam o nosso relógio biológico, afetam o descanso, alteram o metabolismo e podem prejudicar o bem-estar. Mas isso não tem de se tornar um problema duradouro. Ao combinar bons hábitos de sono com o apoio natural adequado, é possível adaptar-se em poucos dias e fazer com que o efeito da mudança de horário passe quase despercebido. Na Dietética Ferrer, estamos aqui para o ajudar com produtos de confiança e aconselhamento de qualidade. Dê ao seu corpo o apoio de que precisa para continuar a render ao máximo e a descansar melhor nesta nova hora!

Lecitina de Soja: qué es, propiedades y beneficios
Rafael García García

Lecitina de Soja: o que é, propriedades e benefícios

Rafael García García

Descubra o que é a lecitina de soja, as suas propriedades e benefícios para a saúde. Saiba como pode ajudar no colesterol, no sono e na concentração. O que é a lecitina de soja? A lecitina de soja é uma substância natural extraída do grão de soja. É composta principalmente por fosfolípidos, gorduras saudáveis que fazem parte essencial das membranas celulares. Graças à sua capacidade de emulsionar as gorduras, a lecitina é utilizada tanto na indústria alimentar como em suplementos nutricionais. O seu consumo está associado a múltiplos benefícios para a saúde, especialmente para o cérebro, o fígado e o sistema cardiovascular. Atualmente, muitas pessoas optam por comprar lecitina de soja< como complemento natural para melhorar o seu bem-estar diário. Propriedades da lecitina de soja As principais propriedades da lecitina de soja estão relacionadas com o seu elevado teor de colina, inositol e ácidos gordos essenciais. Estes nutrientes desempenham um papel fundamental na função cerebral, no metabolismo das gorduras e na saúde cardiovascular. Entre as suas propriedades mais destacadas, encontramos: Cardioprotetor natural: ajuda a controlar o colesterol e os triglicéridos. Neuroprotetor: melhora a memória, a concentração e o desempenho mental. Hepatoprotetor: contribui para eliminar a gordura acumulada no fígado. Digestivo: facilita a digestão das gorduras ao atuar como emulsionante natural. Antioxidante: protege as células dos danos causados pelos radicais livres. Lecitina de soja e colesterol Uma das razões mais comuns para incluir este suplemento está relacionada com o colesterol. Vários estudos demonstraram que a lecitina de soja ajuda a reduzir o colesterol LDL (“mau”) e a aumentar o HDL (“bom”), graças ao seu efeito no metabolismo lipídico. Por isso, muitas pessoas incluem-na na sua rotina diária para prevenir doenças cardiovasculares ou melhorar os níveis de colesterol de forma natural. Segundo a European Food Safety Authority (EFSA), a colina presente na lecitina contribui para o metabolismo normal das gorduras e para o funcionamento saudável do fígado. Lecitina de soja para dormir e melhorar a concentração Embora seja menos conhecida por esse motivo, a lecitina de soja também pode favorecer o descanso e a concentração mental. Isto deve-se ao facto de a colina estar envolvida na produção de acetilcolina, um neurotransmissor relacionado com a memória, o estado de espírito e um sono reparador. Assim, o seu consumo regular pode ajudar a manter a mente ativa durante o dia e a dormir melhor durante a noite, especialmente em pessoas com stress ou fadiga mental. Lecitina de soja: principais benefícios Os benefícios da lecitina de soja abrangem várias áreas da saúde: Melhora o desempenho mental e ajuda a prevenir o declínio cognitivo. Regula os níveis de colesterol, favorecendo a saúde cardiovascular. Ajuda no fígado gordo, facilitando a eliminação de lípidos. Favorece a digestão das gorduras e melhora o trânsito intestinal. Fornece energia e ajuda a combater o cansaço. Contribui para um melhor descanso graças ao seu efeito no sistema nervoso. Lecitina de soja: possíveis riscos ou contraindicações De um modo geral, a lecitina de soja é segura e bem tolerada quando consumida nas doses recomendadas. No entanto, como acontece com qualquer suplemento, há alguns aspetos a ter em conta. Entre os possíveis riscos ou efeitos secundários da lecitina de soja, encontram-se: Desconforto digestivo ligeiro (gases ou diarreia) se a dose for excedida. Pode causar alergias em pessoas sensíveis à soja. Não se recomenda o uso excessivo durante a gravidez ou amamentação sem consultar o médico. Em doses moderadas, a sua utilização é totalmente segura e oferece mais benefícios do que riscos. Perguntas frequentes sobre a lecitina de soja O que é exatamente a lecitina de soja? É um fosfolípido extraído da soja que ajuda a metabolizar as gorduras e favorece a saúde do cérebro, do fígado e do coração. Para que serve a lecitina de soja? Serve para reduzir o colesterol, melhorar a memória, proteger o fígado e favorecer a digestão. A lecitina de soja ajuda a dormir? Sim, pode contribuir para o descanso noturno graças ao seu teor de colina, que intervém na produção de neurotransmissores relacionados com o sono. A lecitina de soja tem riscos? Não, desde que seja consumida com moderação e se respeitem as doses recomendadas. Apenas as pessoas alérgicas à soja devem ter precaução. Durante quanto tempo se pode tomar lecitina de soja? Pode ser tomada de forma contínua ou por períodos, consoante as necessidades de cada pessoa. Recomenda-se consultar um profissional de saúde para uma utilização prolongada. Curiosidades sobre a lecitina de soja Foi descoberta no século XIX e o seu nome vem do grego lekithos, que significa “gema de ovo”, pela semelhança na composição. A lecitina também se encontra de forma natural em alimentos como o ovo, o fígado ou o gérmen de trigo. Alguns estudos sugerem que pode ajudar a reduzir o stress e melhorar o humor. Conclusão A lecitina de soja é um suplemento natural com múltiplos benefícios para o corpo e a mente. Ajuda a manter o colesterol sob controlo, melhora a função cerebral e protege o fígado, sendo uma excelente aliada para o bem-estar geral. Se procura um suplemento de qualidade para integrar na sua rotina, recomendamos comprar lecitina de soja na Dietética Ferrer, onde encontrará opções naturais e de máxima pureza. Bibliografia European Food Safety Authority (EFSA). Parecer científico sobre a fundamentação das alegações de saúde relacionadas com a colina e o metabolismo lipídico. Mayo Clinic. Lecitina: utilizações e benefícios. National Institutes of Health (NIH). Colina – Ficha Informativa para Profissionais de Saúde. PubMed Central. Efeitos da suplementação com lecitina de soja no metabolismo lipídico e na saúde do fígado.

Vitaminas en el embarazo: lo que toda futura mamá debe saber
Eva García Ferrer

Vitaminas na gravidez: o que toda a futura mãe deve saber

Eva García Ferrer

Durante a gravidez, o corpo de uma mulher passa por mudanças surpreendentes para apoiar o desenvolvimento de uma nova vida. As necessidades nutricionais aumentam consideravelmente e, embora uma alimentação equilibrada seja fundamental, muitas vezes não é suficiente. Por isso, as vitaminas na gravidez tornam-se um pilar essencial para garantir a saúde da mãe e o desenvolvimento ideal do bebé. Neste artigo, explicamos quais são as vitaminas mais importantes, em que alimentos se encontram, como escolher os suplementos adequados e respondemos às perguntas mais frequentes que as futuras mamãs pesquisam na internet. Porque são as vitaminas tão importantes na gravidez? Durante a gestação, o corpo precisa de mais energia e nutrientes para formar a placenta, apoiar o crescimento do feto e manter a saúde da mãe em equilíbrio. As vitaminas e os minerais atuam como cofatores em múltiplos processos biológicos vitais. Sem eles, aumenta o risco de complicações como anemia, baixo peso à nascença, defeitos congénitos ou partos prematuros. De facto, organizações internacionais de saúde recomendam a suplementação com várias vitaminas na gravidez para prevenir este tipo de problemas, sobretudo quando a alimentação não cobre todas as necessidades. Vitaminas essenciais na gravidez De seguida, analisamos as mais importantes: Ácido fólico (Vitamina B9) É a vitamina mais importante antes e durante a gravidez. Previne defeitos do tubo neural, como a espinha bífida e a anencefalia, que se desenvolvem nas primeiras semanas de gestação. Dose recomendada: 400 µg por dia antes da gravidez e 600-800 µg durante a gravidez. Curiosidade: Mais de 50 % das gravidezes não são planeadas, por isso aconselha-se que todas as mulheres em idade fértil tomem ácido fólico diariamente. Ferro Essencial para formar hemoglobina e aumentar o volume sanguíneo, o que permite transportar oxigénio até ao bebé e prevenir a anemia materna. Dose recomendada: 27 mg por dia. Conselho: Pode ser complementado com vitamina C para melhorar a sua absorção e convém evitar alimentos ricos em cálcio na mesma refeição, uma vez que podem interferir. Cálcio Necessário para o desenvolvimento dos ossos, dentes, músculos e sistema nervoso do bebé. Se não for ingerido em quantidade suficiente, o bebé irá retirá-lo dos ossos da mãe. Dose recomendada: 1000-1300 mg por dia. Dado importante: As adolescentes grávidas têm necessidades ainda maiores. Vitamina D Ajuda na absorção do cálcio e favorece a formação óssea. Também é essencial para o funcionamento do sistema imunitário. Dose recomendada: 600 UI diárias. Curiosidade: Em muitos países, mais de 40 % das mulheres grávidas apresentam deficiência de vitamina D, sobretudo no inverno. Vitamina B12 Participa na formação de glóbulos vermelhos e no desenvolvimento do sistema nervoso do bebé. Importante para mulheres veganas ou vegetarianas: Esta vitamina só está presente em alimentos de origem animal, por isso é fundamental suplementar caso não os consumam. Ómega-3 (DHA e EPA) Os ácidos gordos essenciais, especialmente o DHA, contribuem para o desenvolvimento do cérebro e da visão do bebé. Recomendação: Consumir peixe gordo 2 a 3 vezes por semana ou utilizar suplementos de ómega-3, verificando sempre se são purificados para evitar metais pesados. Iodo Indispensável para o desenvolvimento cerebral e o bom funcionamento da glândula tiroide do bebé. Dose recomendada: 200-250 µg por dia. Curiosidade: A deficiência de iodo na gravidez é a principal causa evitável de atraso mental no mundo. Perguntas frequentes sobre vitaminas na gravidez Quando devo começar a tomar vitaminas pré-natais? O ideal é começar pelo menos um mês antes de engravidar, sobretudo o ácido fólico, e continuar ao longo de toda a gravidez. Em alguns casos, como gravidezes múltiplas ou dietas restritivas, podem ser necessárias doses mais elevadas. O que acontece se eu não tomar vitaminas durante a gravidez? Não tomar as vitaminas recomendadas pode aumentar o risco de malformações congénitas, parto prematuro, anemia, fadiga, fragilidade óssea, entre outros. Prevenir é sempre melhor do que remediar. Que vitaminas não devem ser tomadas em excesso? Algumas, como a vitamina A, em grandes quantidades, podem ser tóxicas para o feto. Nunca se devem ultrapassar os 3000 µg por dia através de suplementos sem indicação médica. É fundamental respeitar as doses e consultar um especialista. Posso confiar apenas na alimentação? Embora uma alimentação variada e rica em fruta, legumes, leguminosas, cereais integrais, peixe, carne magra e lacticínios seja fundamental, muitas vezes não chega para cobrir as necessidades acrescidas da gravidez. Por isso, recomenda-se complementar com suplementos. O que acontece se tiver náuseas e não tolerar os suplementos? Existem opções em formato líquido, gomas ou com revestimentos especiais que melhoram a tolerância. Outra opção é dividir as tomas ou tomá-los antes de dormir. Consulta sempre o teu médico para adaptares a melhor opção. Estatísticas que deves conhecer 38 % das grávidas no mundo sofrem de anemia, segundo dados da OMS. Estima-se que mais de 80 % das grávidas não ingerem DHA (ómega-3) suficiente através da alimentação. 70 % dos casos de defeitos do tubo neural poderiam ser prevenidos com uma suplementação adequada de ácido fólico. Conselhos para escolher um bom suplemento pré-natal Verifica o rótulo: Certifica-te de que contém, no mínimo, ácido fólico, ferro, cálcio, vitamina D e B12. Consulta o teu médico: Nem todos os suplementos são iguais, nem todas as mulheres têm as mesmas necessidades. Melhor com comida: Toma-os durante ou após as refeições para melhorar a absorção e evitar desconforto digestivo. Evita suplementos multinutrientes genéricos: Os específicos para a gravidez são formulados para fornecer as quantidades recomendadas sem excessos perigosos. Atenção às duplicações: Se tomares vários suplementos, certifica-te de que não estás a ultrapassar a dose diária recomendada de nenhuma vitamina. Conclusão A gravidez é uma fase maravilhosa, mas também exigente para o corpo da mulher. Garantir que tomas as vitaminas essenciais na gravidez não só protege a tua saúde, como também oferece ao bebé o melhor ambiente possível para crescer forte e saudável. Uma boa combinação de alimentação equilibrada, hábitos saudáveis e suplementos adequados faz toda a diferença. Lembra-te: cada gravidez é única. Antes de tomares qualquer suplemento, consulta o teu ginecologista ou parteira. Eles vão ajudar-te a personalizar o plano nutricional de que precisas. Bibliografia e fontes consultadas Organização Mundial da Saúde – Recomendações sobre suplementos na gravidez Hospital El Rosario – Vitaminas e minerais na alimentação da grávida Madremom – Guia de vitaminas pré-natais Menudo Embarazo – Nutrientes-chave na gravidez Dodot – Vitaminas na gravidez e as suas funções Ministério da Saúde de Espanha – Nutrição na gravidez Scielo – Influência da nutrição materna no desenvolvimento fetal

Alimentos que contienen silicio
Cabello & Piel

Alimentos que contêm silício

Rafael García Alonso

Descubra os alimentos mais ricos em silício, porque este mineral é essencial para a sua saúde e consulte uma tabela completa com os melhores alimentos que o contêm O que é o silício e porque é importante para a saúde? O silício é um oligoelemento essencial para o corpo humano, embora nem sempre receba a atenção que merece. Participa na formação do colagénio, fortalece os ossos, unhas, cabelo e pele, e contribui para manter as articulações flexíveis. Além disso, o silício melhora a absorção de cálcio e magnésio, o que faz dele um mineral essencial para prevenir a osteoporose e manter uma estrutura óssea forte. À medida que envelhecemos, os níveis naturais de silício no organismo diminuem, por isso incluir alimentos ricos em silício ou suplementos alimentares pode fazer uma grande diferença na saúde e na aparência física. Que alimentos contêm silício? O silício encontra-se principalmente em alimentos de origem vegetal, sobretudo em cereais integrais, fruta, legumes e algumas ervas. Aqui tem uma lista com os principais alimentos que contêm silício: Aveia: uma das fontes mais ricas em silício orgânico. Arroz integral: contribui para a saúde do cabelo e das unhas. Cevada e milho-miúdo: fortalecem os ossos e melhoram a elasticidade da pele. Espinafres e feijão-verde: excelentes para manter as articulações saudáveis. Beterraba e cenoura: ricas em antioxidantes e silício vegetal. Frutas como banana, maçã e uvas: fornecem silício e ajudam na produção de colagénio. Água mineral com elevado teor de silício: fonte rápida e biodisponível deste mineral. Urtiga verde e cavalinha: plantas muito utilizadas em suplementos naturais pelo seu elevado teor de silício. Tabela de alimentos ricos em silício Alimento Quantidade estimada de silício (mg/100g) Principais benefícios Aveia integral 20-25 mg Fortalece os ossos e o cabelo Arroz integral 10-12 mg Melhora a saúde digestiva e óssea Cevada 18-22 mg Promove a produção de colagénio Milhete 17-20 mg Reforça as unhas e as articulações Espinafres 5-6 mg Favorece a elasticidade da pele Beterraba 6-8 mg Antioxidante e depurativa Cavalinha (infusão ou extrato) 60-70 mg Grande remineralizante natural Água rica em silício 3-10 mg/litro Fornece silício biodisponível (Os valores são aproximados e podem variar consoante a origem do alimento.) Benefícios de consumir alimentos ricos em silício Incluir alimentos com silício na dieta traz múltiplos benefícios: Fortalece ossos e articulações: melhora a densidade óssea e ajuda na recuperação de lesões. Favorece a beleza da pele: estimula a produção de colagénio e reduz o aparecimento de rugas. Cabelo mais forte e brilhante: ajuda a prevenir a queda capilar e melhora a elasticidade. Unhas mais resistentes: ajuda a evitar unhas frágeis e quebradiças. Melhora a saúde cardiovascular: favorece a elasticidade dos vasos sanguíneos. O que acontece se houver falta de silício no organismo? A deficiência de silício pode manifestar-se com: Cabelo fraco ou com queda excessiva. Unhas frágeis. Pele seca ou envelhecida. Dor nas articulações ou nos ossos. Recuperação lenta de lesões. Embora seja pouco comum haver uma carência grave, com a idade o organismo absorve menos silício, pelo que muitas pessoas optam por suplementos naturais para manter níveis adequados. Suplementos naturais de silício Quando a alimentação não é suficiente ou existem necessidades específicas (desportistas, pessoas idosas ou com problemas articulares), os suplementos de silício orgânico são uma excelente opção. Pode encontrar diferentes formatos, como gel, cápsulas ou líquidos, formulados com fontes naturais como a cavalinha ou o bambu. Na Dietética Ferrer encontra uma seleção cuidada onde pode comprar silício de alta qualidade para complementar a sua alimentação e reforçar a saúde das articulações e a aparência da pele, do cabelo e das unhas. Perguntas frequentes sobre o silício Que alimentos têm mais silício? Os cereais integrais, como a aveia e o milho-miúdo, e plantas como a cavalinha, são as fontes mais concentradas. Quais são os benefícios do silício? Fortalece os ossos, a pele, o cabelo e as unhas, além de melhorar a elasticidade do tecido conjuntivo. Quanto silício se deve consumir por dia? Recomenda-se uma ingestão de 20 a 30 mg por dia através da alimentação ou de suplementos. O silício ajuda na produção de colagénio? Sim. O silício é fundamental na síntese do colagénio, proteína essencial para a firmeza da pele e das articulações. Curiosidades sobre o silício O silício é o segundo elemento mais abundante na Terra, a seguir ao oxigénio. Nos bebés, os níveis de silício são até quatro vezes mais elevados do que nos adultos, o que explica a sua pele suave e a rápida regeneração. Algumas águas minerais naturais contêm mais de 20 mg/L de silício, uma forma muito biodisponível para o organismo. Conclusão O silício é um mineral essencial que influencia diretamente a saúde e a beleza do corpo. Incluir alimentos ricos em silício e, se necessário, complementá-los com suplementos naturais, pode melhorar de forma significativa o aspeto da pele, do cabelo e das unhas, além de fortalecer os ossos e as articulações. Se quiser reforçar a ingestão deste mineral, pode comprar silício em formatos naturais e biodisponíveis, adaptados às suas necessidades. Bibliografia Mayo Clinic. “Minerais alimentares e saúde.” European Food Safety Authority (EFSA). “Parecer científico sobre a segurança do silício.” Journal of Nutrition, Health and Aging. “Silício e saúde óssea: uma revisão da evidência.” National Institutes of Health (NIH). “Silício na nutrição e na saúde humana.”

La relación entre la alimentación y el sueño de los bebés
Joana Lança

A relação entre a alimentação e o sono dos bebés

Joana Lança

O sono infantil é uma das maiores preocupações das famílias. Quando um bebé não dorme bem, muitas vezes surge a dúvida se tem fome, se a última toma foi suficiente ou se algum alimento pode estar a afetar o seu descanso. A verdade é que existe uma ligação muito próxima entre alimentação e sono do bebé: o que come, como come e em que momento o faz influencia diretamente a qualidade do sono infantil. Porque é que a alimentação influencia o sono do bebé? Nos primeiros meses de vida, os despertares noturnos são completamente normais, uma vez que o bebé precisa de se alimentar com frequência. No entanto, à medida que cresce, o seu sistema digestivo amadurece e os seus ciclos de sono começam a ser mais longos. Nesta fase, uma rotina alimentar adequada pode fazer toda a diferença: horários regulares e refeições equilibradas ajudam o bebé a descansar melhor e a adormecer com mais facilidade. Nutrientes e alimentos que ajudam a dormir melhor Há nutrientes que desempenham um papel fundamental no descanso do bebé: Triptofano: presente no leite materno e em alimentos como a banana ou a aveia, ajuda a produzir serotonina e melatonina, hormonas relacionadas com o sono. Ferro: a sua deficiência pode provocar mais despertares noturnos e sono de fraca qualidade. Magnésio e cálcio: facilitam o relaxamento e um sono profundo. Durante a amamentação ou alimentação com fórmula, estes nutrientes já estão presentes, mas quando chega a fase da introdução alimentar, escolher bem os alimentos é essencial para ajudar o bebé a dormir melhor. Rotinas alimentares que favorecem o descanso Para além dos nutrientes, a organização das refeições tem um impacto direto no sono do bebé: Evitar tomas muito grandes mesmo antes de dormir, para não dificultar a digestão. Oferecer jantares leves e de fácil digestão quando já está na fase da introdução alimentar. Manter horários regulares para as refeições e para o sono, criando uma rotina previsível que transmite segurança. Reduzir açúcares e ultraprocessados ao final da tarde e à noite, uma vez que podem afetar negativamente o descanso. Hábitos saudáveis para melhorar o sono infantil O sono não depende apenas da alimentação. Criar um ambiente tranquilo, sem ecrãs nem luzes intensas antes de dormir, estabelecer rotinas de banho e relaxamento, e manter horários estáveis são hábitos que, juntamente com uma alimentação saudável, ajudam o bebé a ter noites mais tranquilas. Todos podemos ter noites tranquilas e estamos aqui para ajudar a consegui-las.Se quiser saber mais ou precisar de um acompanhamento personalizado em sono infantil, contacte a nossa colaboradora Joana em calmabebe.info@gmail.com.

Silicio: Qué es, Propiedades y Para Qué Sirve
Cabello & Piel

Silício: O que é, propriedades e para que serve

Eva García Ferrer

O que é o silício? O silício é um oligoelemento essencial para o organismo, embora nem sempre receba a atenção que merece. Está presente de forma natural no corpo humano, especialmente em tecidos como a pele, os ossos, as unhas, o cabelo e as articulações. Do ponto de vista químico, o silício (Si) é o segundo elemento mais abundante na crosta terrestre, a seguir ao oxigénio. No âmbito nutricional, o seu papel é fundamental para a formação de colagénio, a elasticidade da pele e a saúde do sistema ósseo e articular. Quando falamos de o que é o silício no contexto da saúde, referimo-nos sobretudo ao silício orgânico, uma forma biodisponível que o organismo consegue absorver facilmente. Propriedades do silício As propriedades do silício fazem dele um mineral essencial para a regeneração celular, a manutenção dos tecidos e a prevenção do envelhecimento precoce. Entre os seus principais benefícios, destacam-se: Fortalece os ossos e as articulações, ao favorecer a síntese de colagénio e elastina. Melhora a saúde da pele, do cabelo e das unhas, proporcionando brilho e resistência. Contribui para a elasticidade dos vasos sanguíneos, ajudando a prevenir problemas circulatórios. Favorece a cicatrização e a regeneração dos tecidos. Ajuda a manter a densidade óssea, sendo especialmente útil para mulheres durante a menopausa. Segundo estudos recentes, o consumo adequado de silício pode melhorar a densidade óssea até 10% em mulheres com mais de 50 anos. Silício orgânico: propriedades e benefícios O silício orgânico é a forma mais utilizada em suplementos alimentares devido à sua elevada biodisponibilidade. Entre as propriedades do silício orgânico, destacam-se: A sua ação rejuvenescedora na pele, ao estimular a produção natural de colagénio. A sua capacidade para melhorar a mobilidade articular e reduzir o desconforto associado ao desgaste da cartilagem. O seu efeito antioxidante, que ajuda a proteger as células contra os danos oxidativos. Além disso, o silício orgânico está associado a uma melhoria geral do bem-estar, sendo um aliado natural contra o envelhecimento celular. Se pretende aproveitar todos estes benefícios, pode comprar suplementos de silício naturais e de alta qualidade na Dietética Ferrer. Dióxido de silício: o que é e para que é utilizado? O dióxido de silício (SiO₂) é uma forma mineral de silício, presente em alimentos, rochas e produtos industriais. Na nutrição, costuma ser adicionado em pequenas quantidades como agente antiaglomerante em suplementos e alimentos. Ao contrário do silício orgânico, o dióxido de silício não é facilmente absorvido, pelo que a sua função não é tanto nutricional como tecnológica. Em resumo: O silício orgânico oferece benefícios biológicos diretos. O dióxido de silício é utilizado principalmente na indústria alimentar e cosmética. Para que serve o silício? O silício serve para manter a estrutura, a firmeza e a elasticidade dos tecidos conjuntivos. Por isso, a sua utilização é comum em: Saúde articular: melhora a flexibilidade e reduz o desconforto nos joelhos, cotovelos e mãos. Cuidado da pele e do cabelo: estimula a produção de colagénio, melhorando a firmeza e o brilho. Saúde óssea: contribui para a fixação do cálcio e para o fortalecimento do esqueleto. Prevenção do envelhecimento precoce: combate os radicais livres. Curiosamente, o silício também tem sido associado a uma melhor absorção de outros minerais, como o cálcio, o magnésio e o fósforo, o que o torna um elemento-chave para a saúde i Silício: contraindicações e precauções Embora seja um mineral essencial, convém conhecer as contraindicações do silício: Consumo excessivo: pode causar ligeiro desconforto digestivo. Problemas renais: em casos de insuficiência renal, deve consultar o médico antes de utilizar suplementos. Gravidez ou amamentação: não existem estudos suficientes, pelo que se recomenda precaução. Em geral, o silício é bem tolerado e seguro quando utilizado em doses adequadas. Os suplementos naturais costumam fornecer entre 5 e 20 mg por dia, dependendo da formulação. Perguntas frequentes sobre o silício O que é o silício e para que serve? É um mineral essencial para o colagénio, a pele, os ossos e as articulações. Ajuda a manter a firmeza dos tecidos e favorece a regeneração celular. Qual é a diferença entre silício orgânico e dióxido de silício? O silício orgânico é facilmente absorvido e tem benefícios para a saúde; o dióxido de silício é utilizado como aditivo ou agente antiaglomerante nos alimentos. Quais são as propriedades do silício? Fortalece os ossos, as unhas, o cabelo e a pele, melhora a elasticidade e contribui para a produção de colagénio. O silício tem contraindicações? Apenas em doses excessivas ou em pessoas com problemas renais. Em doses normais, é seguro e benéfico. Curiosidades sobre o silício O corpo humano contém aproximadamente 7 gramas de silício, concentrados sobretudo nos tecidos conjuntivos. A partir dos 25 anos, os níveis naturais de silício começam a diminuir, pelo que a suplementação pode ser útil. Alguns vegetais, como o milho-miúdo, a aveia, o pepino ou a banana, são fontes naturais deste mineral. Conclusão O silício é um mineral essencial para manter a saúde da pele, das articulações, dos ossos e do cabelo. O seu papel na produção de colagénio torna-o um aliado fundamental para a juventude e o bem-estar geral. Incluir suplementos de silício orgânico na sua rotina pode ajudar a fortalecer os tecidos e a melhorar a sua qualidade de vida de forma natural. Pode comprar suplementos de silício na Dietética Ferrer e aproveitar todas as suas propriedades regeneradoras. Bibliografia Mayo Clinic. Silício: benefícios e funções para a saúde. National Institutes of Health (NIH). Silício na saúde e nutrição humanas. European Food Safety Authority (EFSA). Parecer científico sobre fontes alimentares de silício. Journal of Nutrition and Health Sciences. Papel do Silício na Formação Óssea e na Saúde dos Tecidos Conjuntivos.

Acidez de Estómago: Causas y Tratamiento
Digestión

Acidez no Estômago: Causas e Tratamento

Eva García Ferrer

O que é a azia? A azia é uma sensação de ardor ou queimadura que surge na parte superior do abdómen ou atrás do esterno. Geralmente acontece quando os sucos gástricos sobem para o esófago, o que é conhecido como refluxo gastroesofágico. É um problema muito comum: estima-se que mais de 40% da população adulta sinta azia pelo menos uma vez por mês. Embora geralmente não seja grave, pode afetar a qualidade de vida se se tornar recorrente. Causas da azia As principais causas da azia incluem: Comer demasiado depressa ou em excesso. Excesso de alimentos gordurosos, picantes ou ultraprocessados. Consumo de álcool, café ou bebidas com gás. Stress e ansiedade. Deitar-se imediatamente depois de comer. Excesso de peso ou obesidade. Determinados medicamentos (anti-inflamatórios, antibióticos, etc.). Nalguns casos, a azia pode estar relacionada com hérnia do hiato ou doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Sintomas da azia A azia manifesta-se com sintomas característicos: Sensação de ardor na parte superior do estômago. Regurgitação ácida ou sabor amargo na boca. Dor no peito que piora ao deitar-se. Dificuldade em engolir nos casos mais avançados. Remédios caseiros para a azia Muitas pessoas procuram remédios caseiros para a azia e o refluxo antes de recorrerem a medicamentos. Alguns dos mais utilizados são: Bicarbonato para a azia: atua como um antiácido natural, neutralizando os sucos gástricos. Recomenda-se a sua utilização com moderação e sempre diluído em água. Infusões de camomila ou gengibre: ajudam a acalmar a mucosa gástrica. Banana ou papaia: frutas suaves que podem reduzir a irritação no estômago. Sumo de aloe vera: com propriedades calmantes e protetoras. Como aliviar a azia rapidamente Se precisar de alívio imediato, aqui ficam conselhos eficazes sobre como aliviar a azia rapidamente: Beba um copo de água morna lentamente. Evite deitar-se logo depois de comer. Eleve a cabeceira da cama se a azia surgir durante a noite. Mastigue pastilha elástica sem açúcar para estimular a produção de saliva, o que ajuda a neutralizar os ácidos. Use suplementos naturais ou antiácidos de ervanária. Aqui pode encontrar uma seleção de pastilhas para a azia no estômago. Tratamento da azia O tratamento depende da frequência e da gravidade dos sintomas: Mudanças de hábitos: comer porções pequenas, evitar alimentos irritantes, reduzir o stress e não fumar. Suplementos naturais e antiácidos suaves: para episódios ocasionais. Consulta médica: se a azia for recorrente (mais de duas vezes por semana) ou se vier acompanhada de vómitos, perda de peso ou dor intensa. Perguntas frequentes sobre a azia O que causa azia? Principalmente uma alimentação pouco saudável, comer em excesso, stress ou problemas como o refluxo gastroesofágico. O bicarbonato ajuda na azia? Sim, o bicarbonato para a azia é um remédio caseiro eficaz porque neutraliza os ácidos do estômago, embora deva ser usado com moderação. Quais são os melhores remédios caseiros para a azia e o refluxo? Infusões de camomila, sumo de aloe vera, banana, papaia e bicarbonato de sódio são opções habituais. Como aliviar a azia rapidamente? Beber água, evitar deitar-se depois de comer, mastigar pastilha elástica e tomar antiácidos ou suplementos naturais. Quando devo ir ao médico? Se a azia for frequente, intensa ou não melhorar com remédios básicos, recomenda-se uma avaliação médica. Curiosidades sobre a azia Dormir sobre o lado esquerdo pode ajudar a reduzir o refluxo. O stress é um dos fatores desencadeantes mais esquecidos da azia. No Japão, o sumo de aloe vera é um remédio muito popular contra a azia. Conclusão A azia é incómoda, mas, na maioria dos casos, pode ser controlada com mudanças de hábitos e remédios naturais. Desde o clássico bicarbonato para a azia até às modernas pastilhas para a azia no estômago, existem soluções eficazes para aliviar a sensação de ardor e prevenir recorrências. Se os sintomas persistirem, não hesite em consultar um especialista para excluir problemas mais graves. Bibliografia Mayo Clinic. Azia e GERD: sintomas e causas. Asociación Española de Gastroenterología. Guia clínico sobre refluxo gastroesofágico. National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases (NIDDK). Refluxo ácido (GER & GERD) em adultos.

Síndrome del Colon Irritable: Síntomas y Causas
Digestión

Síndrome do Cólon Irritável: Sintomas e Causas

Eva García Ferrer

O que é a síndrome do cólon irritável? A síndrome do cólon irritável (SCI) é uma perturbação digestiva funcional que afeta o intestino grosso. Não é considerada uma doença grave, mas pode tornar-se muito incómoda e afetar de forma significativa a qualidade de vida. Embora não exista uma causa única, acredita-se que o cólon irritável esteja relacionado com uma combinação de fatores, como a sensibilidade intestinal, o stress e a alimentação. Estima-se que entre 10% e 15% da população mundial sofra desta perturbação, sendo mais frequente em mulheres e em pessoas com menos de 50 anos. Cólon irritável: sintomas mais comuns Os sintomas do cólon irritável variam de pessoa para pessoa, mas costumam incluir: Dor ou cólicas abdominais. Gases e distensão abdominal. Alterações do trânsito intestinal: diarreia, obstipação ou ambas. Sensação de evacuação incompleta. Muco nas fezes. Onde dói o intestino irritável? A dor do cólon irritável costuma localizar-se na parte inferior do abdómen, embora possa surgir em diferentes zonas. Em muitos casos, melhora após evacuar, mas volta passadas algumas horas. Causas do cólon irritável Embora ainda não sejam conhecidas com exatidão, as causas do cólon irritável podem estar relacionadas com: Contrações intestinais anormais: demasiado fortes ou demasiado fracas. Sensibilidade intestinal aumentada. Stress e ansiedade. Infeções intestinais anteriores. Alterações na microbiota intestinal. Fatores como uma alimentação pouco equilibrada, o sedentarismo ou as alterações hormonais também podem agravar os sintomas. Dieta para o cólon irritável A dieta para o cólon irritável é uma das ferramentas mais eficazes para controlar os sintomas. Algumas recomendações são: Reduzir o consumo de cafeína, álcool e alimentos ultraprocessados. Evitar lacticínios em caso de intolerância à lactose. Seguir uma dieta pobre em FODMAP (alimentos fermentáveis que podem causar gases e dor). Comer devagar e a horas regulares. Beber água suficiente ao longo do dia. Cada pessoa pode ter diferentes fatores desencadeantes, por isso, manter um diário alimentar pode ajudar a identificar que alimentos provocam desconforto. Tratamento do cólon irritável O tratamento do cólon irritável depende da intensidade dos sintomas. Inclui: Alterações na alimentação e nos hábitos de vida. Exercício físico moderado e regular. Técnicas de gestão do stress, como meditação ou ioga. Suplementos naturais e fitoterapia. Atualmente, existem opções como os produtos de ervanária para intestino irritável, que ajudam a acalmar a inflamação e a melhorar a digestão de forma natural. Em alguns casos, tratamento médico com medicamentos específicos para a dor ou a motilidade intestinal. Perguntas frequentes sobre o intestino irritável Quais são os sintomas do intestino irritável? Dor abdominal, gases, diarreia, obstipação e distensão abdominal são os sintomas mais comuns. Onde dói o intestino irritável? Geralmente na parte inferior do abdómen, embora possa variar de pessoa para pessoa. Qual é a melhor dieta para o intestino irritável? Uma dieta baixa em FODMAP, rica em fruta, legumes cozinhados, proteína magra e evitando irritantes como café ou álcool. O intestino irritável tem cura? Não tem cura definitiva, mas pode ser controlado com alterações na alimentação, no estilo de vida e com tratamentos naturais ou médicos. Que tratamento existe para o intestino irritável? Desde ajustes na alimentação e técnicas de relaxamento até suplementos naturais e, nos casos mais graves, medicamentos prescritos por um especialista. Curiosidades sobre o intestino irritável Estima-se que até 70% dos doentes com intestino irritável melhorem os seus sintomas após seguirem uma dieta baixa em FODMAP. O stress pode intensificar os sintomas, mesmo em pessoas com uma alimentação adequada. Embora seja incómodo, o intestino irritável não aumenta o risco de cancro colorretal nem causa danos permanentes no intestino. Conclusão A síndrome do intestino irritável é uma perturbação digestiva muito comum que pode causar dor, gases e alterações intestinais. Embora não tenha cura, seguir uma alimentação adequada, reduzir o stress e recorrer a suplementos naturais pode fazer uma grande diferença. Bibliografia Mayo Clinic. Síndrome do intestino irritável (SII): sintomas e causas. Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais (NIDDK). Visão geral da síndrome do intestino irritável. Sociedade Espanhola de Patologia Digestiva (SEPD). Guia sobre a síndrome do intestino irritável.

Infección de Orina: Causas, Síntomas y Tratamiento
Metabolismo

Infeção Urinária: Causas, Sintomas e Tratamento

Rafael García García

O que é uma infeção urinária? A infeção urinária, também conhecida como infeção das vias urinárias, é uma condição provocada pela entrada e proliferação de bactérias no sistema urinário. Pode afetar a bexiga, a uretra e, em casos mais graves, até os rins. É uma das infeções mais comuns, especialmente nas mulheres, embora também possa surgir em homens e crianças. Segundo a Asociación Española de Urología, cerca de 50-60% das mulheres terão pelo menos uma infeção urinária ao longo da vida. Causas da infeção urinária Entre as principais causas da infeção urinária destacam-se: Bactérias intestinais (como Escherichia coli) que chegam à uretra. Má higiene íntima ou uso de produtos irritantes. Reter a urina durante muito tempo. Relações sexuais sem proteção. Uso de roupa justa ou húmida, que favorece o crescimento bacteriano. Sistema imunitário enfraquecido ou doenças crónicas. Infeção urinária: sintomas mais comuns Reconhecer uma infeção urinária atempadamente é fundamental para a tratar de forma eficaz. Os sintomas de infeção urinária mais habituais são: Ardor ou dor ao urinar. Necessidade urgente e frequente de ir à casa de banho. Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga. Dor na parte inferior do abdómen ou nas costas. Urina turva, com mau odor ou com presença de sangue. Em casos graves, febre e arrepios. Infeção urinária nos homens Embora a infeção urinária nos homens seja menos frequente, quando surge pode ser mais complexa e exigir atenção médica rápida. Costuma estar relacionada com problemas da próstata, cálculos renais ou falta de higiene. Os sintomas são semelhantes aos da mulher, mas com maior probabilidade de se estender aos rins se não for tratada a tempo. Como saber se tenho uma infeção urinária Muitas pessoas perguntam-se: como saber se tenho uma infeção urinária? A resposta é simples: se sentir ardor ao urinar, vontade constante de ir à casa de banho, dor abdominal e urina turva ou com mau cheiro, é muito provável que tenha uma infeção urinária. Para o confirmar de forma definitiva, recomenda-se a realização de uma análise à urina, que permite identificar a bactéria causadora. Tratamento para a infeção urinária O tratamento de uma infeção urinária depende da gravidade do caso: Casos ligeiros: hidratação abundante, infusões diuréticas e suplementos naturais. Aqui destacam-se as pastilhas para infeção urinária sem receita, com ingredientes naturais que ajudam a aliviar os sintomas e a prevenir recorrências. Casos moderados a graves: consulte um médico para avaliar a necessidade de antibióticos. Prevenção: higiene adequada, roupa interior de algodão, beber água suficiente e evitar reter a urina durante longos períodos. Perguntas frequentes sobre a infeção urinária Quais são as causas de uma infeção urinária? As bactérias que chegam à bexiga, sobretudo E. coli, são a causa mais frequente. Os hábitos de higiene, as relações sexuais e reter a urina durante demasiado tempo também influenciam. Como saber se tenho uma infeção urinária? Se sentir dor ou ardor ao urinar, vontade frequente de ir à casa de banho e urina turva ou com mau cheiro, é provável que tenha uma infeção. Que sintomas indicam que a infeção é grave? Febre, arrepios, dor lombar intensa e sangue na urina podem indicar uma infeção mais avançada que requer assistência médica. A infeção urinária é contagiosa? Não se transmite de pessoa para pessoa, mas pode estar relacionada com relações sexuais sem proteção e maus hábitos de higiene. Qual é a diferença entre a infeção urinária nas mulheres e nos homens? Nas mulheres é mais comum devido à anatomia da uretra; nos homens é menos frequente, mas quando surge costuma estar associada a outros problemas de saúde. Curiosidades sobre a infeção urinária As mulheres têm até 50 vezes mais probabilidades de sofrer de infeções urinárias do que os homens, devido à anatomia do aparelho urinário. Beber água suficiente pode reduzir o risco de infeção até 40%. O arando vermelho é um dos remédios naturais mais estudados para prevenir infeções urinárias recorrentes. Conclusão A infeção urinária é muito comum e, embora geralmente seja fácil de tratar, pode complicar-se se não for tratada atempadamente. Reconhecer os sintomas de infeção urinária e agir rapidamente é essencial para evitar complicações. Além da assistência médica, quando necessária, existem alternativas naturais que podem ajudar a aliviar o desconforto e a prevenir recorrências. Bibliografia Mayo Clinic. Infeção do trato urinário (ITU): sintomas e causas. Associação Espanhola de Urologia. Guia prático sobre infeções urinárias. Organização Mundial da Saúde. Infeções do trato urinário: epidemiologia e prevenção.

Falta de Deseo Sexual en Hombres
Rafael García Alonso

Falta de Desejo Sexual nos Homens

Rafael García Alonso

O que é a libido no homem? A libido no homem é o desejo sexual, influenciado principalmente pelos níveis hormonais (especialmente a testosterona), mas também por fatores emocionais, psicológicos e de saúde. Quando se fala de falta de libido no homem ou de baixa libido masculina, refere-se a uma diminuição do interesse ou da energia sexual, o que pode afetar a relação do casal, a autoestima e o bem-estar geral. Causas da falta de libido nos homens Existem várias razões pelas quais um homem pode ter baixa libido: Níveis baixos de testosterona: principal hormona sexual masculina. Stress, ansiedade ou depressão. Doenças crónicas como diabetes, hipertensão ou problemas cardiovasculares. Estilo de vida pouco saudável: sedentarismo, má alimentação, consumo excessivo de álcool ou tabaco. Problemas de casal: falta de comunicação ou distanciamento emocional. Medicamentos: alguns tratamentos podem reduzir o desejo sexual. Segundo a American Urological Association, 1 em cada 4 homens com mais de 30 anos pode apresentar níveis baixos de testosterona, o que influencia diretamente o seu desejo sexual. Como aumentar a libido nos homens A boa notícia é que a libido masculina pode ser recuperada na maioria dos casos com hábitos saudáveis e apoio natural. 1. Melhoria dos hábitos de vida Manter uma alimentação equilibrada, rica em zinco, vitamina D e ómega 3. Dormir pelo menos 7 a 8 horas. Praticar exercício físico regularmente, especialmente treino de força. 2. Redução do stress Técnicas como a meditação ou a respiração profunda ajudam a reduzir a ansiedade e a melhorar o desejo sexual. 3. Suplementos naturais Hoje em dia, existem alternativas naturais para aumentar a libido nos homens. Pode consultar uma seleção de comprimidos de ervanária para a ereção que ajudam a melhorar o desempenho sexual de forma segura. 4. Terapia sexual e de casal A comunicação aberta e a terapia podem ser fundamentais para recuperar a ligação e o desejo. Perguntas frequentes sobre a libido nos homens O que é a libido no homem? É o desejo sexual masculino, influenciado pelas hormonas, pela saúde física e emocional e pelos hábitos de vida. O que causa a falta de libido nos homens? Principalmente a testosterona baixa, o stress, os problemas de casal, as doenças crónicas e os maus hábitos de vida. Como aumentar a libido nos homens de forma natural? Com exercício físico, uma alimentação equilibrada, descanso adequado, suplementos naturais e controlo do stress. Como aumentar rapidamente a libido nos homens? Reduzir o consumo de álcool, dormir bem, consumir alimentos afrodisíacos (chocolate, nozes, marisco) e recorrer a suplementos específicos. O que acontece se um homem tiver a libido baixa? Pode provocar falta de desejo, dificuldades de ereção e baixa autoestima, mas a maioria dos casos tem solução com mudanças de hábitos e tratamento. Libido baixa nos homens: sinais a que deve estar atento Alguns sinais comuns que podem indicar que um homem sofre de falta de libido são: Pouco interesse na atividade sexual. Menos ereções espontâneas, sobretudo de manhã. Cansaço excessivo ou falta de energia. Irritabilidade ou alterações de humor. É importante estar atento a estes sintomas e, se necessário, consultar um profissional de saúde. Curiosidades sobre a libido nos homens A testosterona atinge o seu pico máximo aos 20 anos e começa a diminuir gradualmente a partir dos 30. Estudos mostram que o treino de força pode aumentar os níveis de testosterona até 15%. O consumo excessivo de álcool é um dos fatores mais prejudiciais para o desejo sexual masculino. Conclusão A libido nos homens pode ser afetada por vários fatores, mas com mudanças de hábitos, apoio psicológico e suplementos naturais é possível recuperar e aumentar o desejo sexual. Cuidar da saúde íntima é fundamental para melhorar a qualidade de vida, a confiança e a relação do casal. Bibliografia Mayo Clinic. Baixo desejo sexual nos homens: sintomas e causas. American Urological Association. Diretrizes para a deficiência de testosterona. World Health Organization. Saúde sexual e reprodutiva. National Institute of Health. Visão geral da disfunção sexual masculina.

Curiosidades de la Melatonina: la hormona del sueño que esconde secretos
Estrés

Curiosidades sobre a Melatonina: a hormona do sono que esconde segredos

Rafael García García

A melatonina é uma hormona que o nosso cérebro produz quando escurece. Regula o nosso relógio interno e ajuda-nos a dormir, mas as suas funções vão muito além de fechar os olhos e descansar. Hoje contamos-te algumas das curiosidades mais surpreendentes sobre a melatonina, como atua, que benefícios tem e o que deves saber se estás a pensar tomá-la como suplemento. O que é a melatonina? A melatonina é uma hormona segregada pela glândula pineal quando a luz ambiente diminui. É a responsável por indicar ao teu corpo que chegou a hora de dormir. A sua produção começa ao anoitecer, atinge o ponto máximo durante a noite e diminui ao amanhecer. É uma hormona natural que também pode ser tomada como suplemento, especialmente útil para tratar distúrbios do sono, jet lag ou trabalho noturno. Curiosidades surpreendentes sobre a melatonina 1. É mais antiga do que tu (e do que quase toda a vida humana) A melatonina não é exclusiva dos seres humanos. De facto, foi encontrada em organismos tão antigos como as cianobactérias. Isto indica que a melatonina está presente na evolução há milhares de milhões de anos, muito antes de existirem os seres humanos. 2. Não regula apenas o sono Embora a maioria a conheça como a “hormona do sono”, também atua como antioxidante natural, combatendo os radicais livres que danificam as células. Além disso, influencia o sistema imunitário, a pressão arterial, a temperatura corporal e até o estado de espírito. 3. Pode ajudar-te com o jet lag Uma das suas funções mais conhecidas é a de reajustar o ritmo circadiano, sobretudo após viagens longas com mudança de fuso horário. Tomá-la no momento certo pode ajudar o teu corpo a adaptar-se mais rapidamente ao novo fuso horário. 4. As crianças também a produzem… mas em excesso pode ser um problema Os níveis de melatonina são mais elevados nas crianças, o que explica porque costumam adormecer com mais facilidade do que os adultos. No entanto, dar suplementos a crianças sem supervisão médica pode alterar o seu desenvolvimento hormonal. De facto, já foram reportadas sobredosagens acidentais devido ao uso de gomas de melatonina que parecem rebuçados. 5. Está presente em alimentos Alguns alimentos contêm pequenas quantidades de melatonina, como as ginjas ácidas, a banana, a aveia ou as nozes. Embora não substituam um suplemento, podem ajudar a melhorar a qualidade do sono de forma natural quando incluídos na alimentação. Para que serve a melatonina? Embora seja usada sobretudo para dormir melhor, a sua aplicação noutras áreas está a ser estudada. Alguns dos seus benefícios incluem: Facilitar o sono em pessoas com insónia, especialmente na fase de adormecer. Melhorar o descanso em trabalhadores noturnos ou pessoas com turnos rotativos. Reduzir o jet lag após viagens longas. Atuar como antioxidante, protegendo as células do stress oxidativo. Apoiar o sistema imunitário e ajudar a regular processos inflamatórios. Ainda assim, continuam a ser necessários mais estudos para confirmar os seus benefícios em doenças como o Alzheimer, a depressão ou o cancro. Perguntas frequentes sobre a melatonina O que é exatamente a melatonina e como atua? É uma hormona que regula o ciclo sono-vigília. É libertada na escuridão e diz ao teu corpo que está na hora de dormir. Funciona como um relógio biológico que é reiniciado todos os dias com o nascer e o pôr do sol. A melatonina é segura? Sim, de um modo geral é segura se for tomada em doses baixas (0,5 a 2 mg) e durante períodos curtos. No entanto, pode ter efeitos secundários como sonolência diurna, tonturas, dor de cabeça ou sonhos vívidos. É importante não exagerar. Quando é recomendável tomá-la? O ideal é tomá-la entre 30 minutos e 1 hora antes de dormir, sobretudo se tens dificuldade em adormecer. Em caso de jet lag, pode ajudar se a tomares de acordo com o horário do destino. A melatonina cria dependência? Não. Ao contrário dos comprimidos para dormir, a melatonina não provoca dependência nem tolerância. Podes deixar de a tomar sem que o teu corpo se ressinta. Ainda assim, não deve ser usada como solução a longo prazo sem consultar um médico. Qual é a dose mais adequada? Não existe uma dose única. O mais recomendável é começar pela dose mais baixa possível, como 0,5 mg, e ajustar consoante como te sentes. Doses mais elevadas nem sempre significam melhores resultados. As crianças podem tomá-la? Apenas sob supervisão médica. Embora alguns pediatras a recomendem em casos de insónia crónica ou autismo, não deve ser usada sem controlo. Existem riscos se for administrada de forma incorreta ou em excesso. Dados e estatísticas que deves conhecer Nos Estados Unidos, o uso da melatonina como suplemento aumentou 500 % nos últimos 20 anos. 88 % das gomas de melatonina à venda estão mal rotuladas, com doses que não correspondem ao indicado na embalagem. Em 2022, foi um dos 200 suplementos mais vendidos em farmácias e lojas de produtos de saúde. Cada vez mais pessoas a combinam com outros compostos como magnésio, valeriana ou L-triptofano, embora nem sempre seja claro se isso melhora a sua eficácia. Recomendações para tomar melatonina corretamente Consulta um profissional de saúde antes de começares a tomá-la, sobretudo se já estiveres a tomar outros medicamentos. Evita os ecrãs (telemóvel, televisão, computador) pelo menos 1 hora antes de dormir para não bloquear a produção natural de melatonina. Cria um ambiente escuro e tranquilo, já que a luz artificial pode inibir a melatonina natural. Não prolongues a sua utilização para além de duas ou três semanas seguidas sem supervisão médica. Lê bem os rótulos: certifica-te de que o produto tem uma dose adequada e é fabricado por uma marca de confiança. Conclusão A melatonina é uma hormona fascinante, essencial para o nosso descanso, mas também para muitos outros processos vitais. Perceber como funciona e para que serve ajuda-nos a tomar decisões mais informadas sobre a nossa saúde. Embora seja vendida livremente como suplemento, isso não significa que deva ser tomada sem controlo. Como tudo, a sua utilização deve ser consciente, moderada e apoiada por boa informação. E agora que conheces os seus segredos, da próxima vez que tiveres dificuldade em adormecer, talvez percebas um pouco melhor o que se passa dentro de ti. Bibliografia e fontes consultadas Factos sobre a melatonina Frontiers in Endocrinology Arenal - Blogue de saúde e melatonina Gizmodo - Efeitos curiosos SF Chronicle - Segurança e rotulagem:  Juan Moisés de la Serna - Neuropsicologia

Falta de Deseo Sexual o Líbido en Mujeres
Rafael García García

Falta de desejo sexual ou libido nas mulheres

Rafael García García

O que é a libido na mulher? A libido refere-se ao desejo sexual e ao interesse em manter relações íntimas. Na mulher, este impulso não depende apenas de fatores físicos, como as hormonas, mas também de aspetos emocionais, psicológicos e do estilo de vida. Quando falamos de falta de desejo sexual ou de falta de libido na mulher, referimo-nos a uma diminuição significativa do interesse pela atividade sexual, que pode afetar tanto a relação do casal como a autoestima e o bem-estar pessoal. Principais causas da falta de desejo sexual nas mulheres Existem vários fatores que podem explicar o aparecimento da falta de libido nas mulheres: Alterações hormonais: na menopausa, no pós-parto ou durante a amamentação. Stress e ansiedade: o ritmo de vida acelerado pode diminuir o interesse sexual. Problemas no casal: discussões ou falta de ligação emocional. Doenças crónicas: como diabetes, hipertensão ou problemas da tiroide. Medicamentos: certos antidepressivos e tratamentos hormonais afetam o desejo sexual. Segundo a Society for Women’s Health Research, entre 30% e 40% das mulheres irá experienciar uma diminuição do desejo sexual em algum momento da vida. Como aumentar a libido na mulher A boa notícia é que existem soluções naturais e médicas para recuperar a libido feminina e desfrutar de uma vida sexual plena. 1. Alterações no estilo de vida Praticar exercício físico com regularidade. Manter uma alimentação rica em fruta, legumes e alimentos que estimulem a circulação. Dormir pelo menos 7 horas por noite. 2. Técnicas de relaxamento O yoga, a meditação ou a respiração consciente ajudam a reduzir o stress, um dos grandes inimigos do desejo sexual. 3. Terapia sexual ou de casal Em muitos casos, o apoio psicológico é essencial para voltar a ligar-se à intimidade. 4. Suplementos naturais O uso de plantas medicinais e suplementos de ervanária tornou-se popular como ajuda para aumentar rapidamente a libido da mulher. Aqui pode encontrar uma seleção de comprimidos de ervanária para aumentar a libido Perguntas frequentes sobre a libido na mulher O que é a libido na mulher? É o desejo sexual, influenciado por hormonas, emoções, estado de saúde e fatores sociais. Porque tenho falta de desejo sexual? Pode dever-se a alterações hormonais, stress, doenças, medicamentos ou problemas emocionais. Como aumentar a libido na mulher de forma natural? Com exercício, alimentação equilibrada, suplementos naturais, terapia de casal e redução do stress. Como aumentar rapidamente a libido na mulher? Alimentos afrodisíacos, como o chocolate preto, o abacate ou as amêndoas, podem ajudar. Além disso, alguns suplementos de ervanária têm efeitos mais imediatos. Como aumentar a libido na menopausa? Com acompanhamento médico, fitoestrogénios naturais, lubrificantes íntimos e suplementos que ajudem a equilibrar os níveis hormonais. O que acontece à libido da mulher aos 40 anos? Muitas mulheres relatam uma diminuição, mas outras sentem um aumento do desejo sexual. Tudo depende do equilíbrio hormonal, do estilo de vida e do bem-estar emocional. É possível recuperar a libido nas mulheres? Sim. A maioria dos casos tem solução com hábitos saudáveis, acompanhamento médico ou tratamentos naturais. Libido nas mulheres e menopausa A menopausa costuma ser acompanhada por alterações hormonais que afetam a libido na mulher. Diminui a produção de estrogénios e testosterona, o que provoca secura vaginal, afrontamentos e menos desejo sexual. No entanto, existem estratégias para aumentar a libido na mulher durante a menopausa, como o uso de lubrificantes, terapia hormonal acompanhada e suplementos naturais ricos em fitoestrogénios. Libido nas mulheres aos 40 anos: o que muda? Por volta dos 40 anos, a mulher pode começar a notar flutuações no seu desejo sexual. Algumas sentem falta de libido, enquanto outras desfrutam de uma vida sexual mais ativa graças a uma maior segurança pessoal e a um melhor conhecimento do seu corpo. Segundo dados publicados na North American Menopause Society, 25% das mulheres entre os 40 e os 50 anos refere uma redução significativa no desejo sexual. Curiosidades sobre a libido na mulher A testosterona, embora seja considerada uma “hormona masculina”, também desempenha um papel fundamental na libido feminina. Estudos mostram que a atividade física regular pode aumentar o desejo sexual até em 25%. A alimentação influencia diretamente a libido: alimentos ricos em zinco, vitamina E e ómega 3 são aliados naturais. Conclusão A falta de desejo sexual nas mulheres é mais comum do que parece e pode surgir em qualquer idade. O importante é identificar a causa e pôr em prática estratégias para recuperar a libido, desde alterações no estilo de vida até à utilização de suplementos naturais. Lembra-te de que a sexualidade é uma parte essencial do bem-estar geral, e cuidar dela é investir na tua saúde e qualidade de vida. Bibliografia Mayo Clinic. Baixo desejo sexual nas mulheres: sintomas e causas North American Menopause Society. Saúde sexual e envelhecimento. Society for Women’s Health Research. Visão geral da disfunção sexual feminina. Organização Mundial da Saúde. Saúde sexual e reprodutiva.