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Os Teus Segundos de Reflexão

Probióticos y Lactobacillus acidophilus: El Paradigma del Microbioma
Digestión

Probióticos e Lactobacillus acidophilus: O Paradigma do Microbioma

Rafael García García

Dr. Roberto Vimbert Doutorado em Medicina. Pós-graduado em Saúde Pública e Métodos de Investigação Biomédica Nestes tempos conturbados em que vivemos, importa recordar que, no século passado, a humanidade também declarou guerra às bactérias. A missão era clara: eliminar todos os microrganismos através de antibióticos e antissépticos, mantendo o corpo humano o mais "limpo" possível. O controlo das doenças infecciosas salvou milhões de vidas, mas o uso excessivo de antibióticos trouxe danos colaterais: as bactérias desenvolveram resistências, surgiram novas estirpes mais agressivas e, paradoxalmente, aumentaram as perturbações do sistema imunitário na população [1]. Cegelski e Marshall publicaram, em 2008, uma revisão em que alertavam para o ressurgimento dramático de infeções resistentes a antibióticos em todo o mundo [2]. Ao mesmo tempo, os investigadores observavam algo desconcertante: as novas gerações apresentavam sistemas imunitários alterados, com maior prevalência de alergias, asma e doenças autoimunes [3]. Hoje sabemos que precisamos de mudar de estratégia. Não se trata de eliminar todas as bactérias, mas de cultivar as boas e mantê-las em equilíbrio. O que é o “Microbioma” e porque é tão importante? O termo "microbioma" refere-se ao conjunto completo de microrganismos que vivem no nosso corpo, juntamente com todos os seus genes e as substâncias que produzem [4]. Para perceber a sua importância: o nosso trato gastrointestinal tem uma superfície de 250-300 m² (equivalente a um campo de ténis) e alberga cerca de 100 biliões de micróbios de aproximadamente 500 a 1000 espécies diferentes. Isto significa que, no organismo, temos uma proporção de 10 bactérias por cada uma das nossas células, e este ecossistema microbiano pode representar entre 1,5 e 2 kg do nosso peso corporal total [5]. Há 2500 anos, o filósofo grego Demócrito afirmou: "O homem é um pequeno cosmos". Hoje, a ciência confirma essa intuição: a microbiota intestinal não é uma simples acompanhante, mas sim um verdadeiro órgão com funções essenciais na nutrição, na imunidade e até na regulação do nosso estado de espírito [6]. As 3 funções-chave das nossas bactérias intestinais Graças às modernas técnicas de sequenciação genética, os cientistas identificaram mais de três milhões de genes microbianos e mais de 20.000 funções biológicas diferentes. De todas elas, aproximadamente 6.000 são comuns a todos os seres humanos, o que sugere a existência de um "núcleo funcional" do microbioma essencial para a saúde [7]. Estas funções podem agrupar-se em três categorias principais: 1. Nutrição e Energia As nossas bactérias intestinais recuperam energia dos alimentos que não conseguimos digerir por nós próprios, produzindo compostos chamados ácidos gordos de cadeia curta (principalmente acetato, propionato e butirato). Também produzem vitaminas essenciais (K, B12, biotina, ácido fólico) e melhoram a absorção de minerais como cálcio, magnésio e ferro. O butirato, em particular, é o "combustível" preferido das células intestinais e tem efeitos anti-inflamatórios em todo o organismo [8,9]. 2. Proteção contra Infeções Imagine o seu intestino como uma cidade onde as bactérias benéficas (Bacteroides, Bifidobacterium, Lactobacillus) ocupam todos os espaços disponíveis, impedindo que bactérias perigosas se instalem ou se multipliquem. Quando esta barreira protetora se rompe — por exemplo, após um tratamento com antibióticos — bactérias nocivas como Clostridium difficile, Salmonella ou Klebsiella podem colonizar o território e causar infeções [10]. 3. Desenvolvimento do Sistema Imunitário Mais de 70% das células do nosso sistema imunitário residem no intestino. O desenvolvimento adequado deste "exército" de defesa depende da presença de bactérias benéficas desde o nascimento [11]. É como se as nossas bactérias intestinais estivessem constantemente a treinar o nosso sistema imunitário, ensinando-o a distinguir entre ameaças reais e inofensivas. A alteração da microbiota intestinal (designada por disbiose) tem sido associada a múltiplos problemas de saúde: Doenças inflamatórias intestinais Obesidade e fígado gordo Diabetes tipo 2 Doenças cardiovasculares Ansiedade, depressão e défice cognitivo [12,13,14] O fígado é especialmente sensível a estes desequilíbrios. A evidência atual mostra que a microbiota intestinal desempenha um papel-chave no desenvolvimento da resistência à insulina, na acumulação de gordura no fígado e nos processos inflamatórios [15]. A ligação Intestino-Cérebro: o caso dos astronautas Um aspeto fascinante é a relação bidirecional entre o stress e a microbiota. Cientistas russos estudaram astronautas em preparação para voos espaciais e verificaram que, durante o treino intenso, as bactérias benéficas (Bifidobactérias e Lactobacilos) diminuíam, enquanto as potencialmente nocivas (E. coli) aumentavam. Depois do voo espacial, as bactérias perigosas aumentaram ainda mais [16]. Esta ligação ganha especial relevância quando sabemos que os doentes com défice cognitivo ligeiro ou Alzheimer apresentam uma maior prevalência de infeções por Helicobacter pylori do que as pessoas saudáveis [17,18]. Como é que o L. acidophilus nos protege? Produz substâncias antibióticas naturais: Secreta várias substâncias (lactacina B, lactacina F, acidofilina, acidolina, lactocidina) que eliminam bactérias nocivas como Salmonella, Shigella, Klebsiella, Pseudomonas e Staphylococcus [20,21]. Produz peróxido de hidrogénio: Esta substância é especialmente eficaz no trato geniturinário, onde mantém o pH vaginal ácido e previne infeções por fungos como Candida albicans [22]. Regula o sistema imunitário: Interage com as nossas células de defesa no intestino, promovendo respostas anti-inflamatórias saudáveis e estimulando a produção do anticorpo IgA, que atua como primeira linha de defesa nas mucosas [23,24]. Fortalece a barreira intestinal: Reforça as ligações entre as células intestinais, evitando que substâncias indesejadas ou bactérias passem para a corrente sanguínea [25]. A eficácia dos probióticos, em particular das formulações que contêm L. acidophilus, está amplamente documentada. Aqui resumimos as aplicações com maior suporte científico: Sistema Digestivo Síndrome do Intestino Irritável: Os estudos demonstram uma melhoria significativa da dor abdominal, do inchaço e a normalização do trânsito intestinal. Uma estirpe específica, Bifidobacterium infantis 35624, mostrou uma eficácia particular na redução da inflamação intestinal. Recomenda-se a toma de formulações com múltiplas estirpes em doses de 10.000 milhões de bactérias vivas por dia durante 8-12 semanas [26,27,28]. Diarreia associada a antibióticos: Uma revisão de 63 estudos com 11.811 doentes confirma uma redução de 60% na diarreia quando se tomam probióticos em conjunto com antibióticos. O ideal é começar o probiótico no mesmo dia que o antibiótico, separando as tomas por 2-3 horas, e continuar durante 2-4 semanas após terminar o tratamento. Dose: 1.000-10.000 milhões de bactérias vivas por dia [29,30,31]. Colite Ulcerosa: Formulações com múltiplas estirpes prolongam os períodos sem sintomas nesta doença inflamatória. São necessárias doses elevadas (mais de 100.000 milhões de bactérias vivas) durante 6-12 meses [32,33]. Erradicação de Helicobacter pylori: Adicionar probióticos ao tratamento com antibióticos aumenta as taxas de sucesso em 10-15% e reduz os efeitos secundários digestivos [34,35]. Prevenção de Constipações e Gripes: Em idosos, os probióticos reduzem entre 20-30% a frequência e a duração das infeções respiratórias [36,37]. Dermatite Atópica (Eczema): Em mulheres grávidas com antecedentes familiares de alergias, tomar L. rhamnosus GG durante o terceiro trimestre e a amamentação reduz em 50% o risco de o bebé desenvolver eczema. Em crianças que já têm dermatite, L. plantarum melhora os sintomas [38,39]. Saúde Íntima Feminina Candidíase Vaginal Recorrente: Tomar L. rhamnosus RC-14 e L. reuteri RC-5 por via oral permite que estas bactérias colonizem a vagina a partir do intestino e restabeleçam o pH ácido protetor. Isto reduz as recorrências em 50-70%. Recomenda-se a toma durante 3-6 meses [40,41]. Vaginose Bacteriana: Combinar probióticos orais com o tratamento antibiótico (metronidazol) melhora as taxas de cura de 40% para 88% [42,43]. Saúde Cardiovascular Colesterol Alto: Em pessoas com colesterol ligeiramente a moderadamente elevado, o L. acidophilus reduz o colesterol total em 5-10% e o colesterol LDL ("mau") em 8-15% quando tomado durante 8-12 semanas [44,45]. Saúde Mental Ansiedade e Depressão: A combinação de L. helveticus R0052 e B. longum R0175 reduz os sintomas de ansiedade e depressão, diminuindo também os níveis de cortisol (a hormona do stress). Dose: 1.000 milhões de bactérias vivas por dia durante 8-12 semanas [46,47,48]. Porque é que as formulações com múltiplas estirpes são melhores As formulações que combinam várias espécies de bactérias oferecem vantagens face aos produtos de uma única estirpe, graças aos benefícios simbióticos: Funções complementares: Diferentes espécies têm capacidades distintas. Por exemplo, a Bifidobacterium longum é excelente na produção de ácidos que reduzem o pH intestinal, enquanto a Lactobacillus plantarum gera mais substâncias antibióticas. Em conjunto, potenciam-se [49]. Maior adaptabilidade: Ao incluir múltiplas estirpes, aumenta a probabilidade de pelo menos algumas se adaptarem bem ao teu ecossistema intestinal específico. Estudos recentes mostram que cada pessoa tem um microbioma único, e as bactérias que colonizam bem uma pessoa podem não o fazer noutra [50]. Os estudos com maior qualidade científica confirmam que, em condições complexas como a Síndrome do Intestino Irritável, a Doença Inflamatória Intestinal ou na prevenção de infeções, as formulações com múltiplas espécies são mais eficazes [51,52]. Os prebióticos são o "alimento" das bactérias benéficas. Definem-se como "substratos que são utilizados seletivamente por microrganismos benéficos do intestino" [53]. Mas… Como Funcionam os Prebióticos? Como fertilizante seletivo: Os prebióticos mais estudados são os frutooligossacarídeos (FOS, da chicória) e os arabinooligossacarídeos (AOS, do larício). Estas fibras especiais alimentam de forma preferencial as Bifidobactérias e os Lactobacilos, fazendo com que cresçam mais do que outras bactérias menos benéficas [54,55]. Geram combustível para o intestino: Ao fermentarem os prebióticos, as bactérias produzem principalmente butirato, que: É a fonte de energia preferida das células intestinais (fornece 70% da sua energia) Reduz a inflamação em todo o organismo Reforça a barreira intestinal Ajuda a regular a saciedade e o metabolismo das gorduras [56,57] Criam um ambiente hostil para os agentes patogénicos: A fermentação produz ácidos que tornam o intestino mais ácido (reduzem o pH de 6,5-7,0 para 5,5-6,0), criando condições desfavoráveis para bactérias como Clostridium difficile (que causa colite grave), Salmonella (intoxicação alimentar) e E. coli enterotoxigénica (diarreia do viajante) [58]. Os estudos clínicos confirmam que os simbióticos (probióticos + prebióticos) são superiores aos probióticos isolados no tratamento da colite ulcerosa, da síndrome do intestino irritável e na prevenção de infeções [59,60]. Como escolher um probiótico de qualidade Nem todos os probióticos são iguais. Um produto de qualidade deve cumprir estes cinco critérios: Quantidade suficiente de bactérias: Mínimo de 1.000 milhões (10⁹) de bactérias vivas por dose para manutenção geral. Entre 10.000-100.000 milhões (10¹⁰-10¹¹) para condições específicas como SII, colite ou recuperação após antibióticos. Importante: esta quantidade deve estar garantida até ao fim do prazo de validade, e não apenas no momento do fabrico [61]. Proteção gastro-resistente: O ácido do estômago pode destruir até 99,9% das bactérias probióticas. As cápsulas com revestimento gastro-resistente, que só se abrem quando chegam ao intestino (como as que utilizam tecnologia pH5D), protegem as bactérias durante a passagem pelo estômago [62]. Múltiplas estirpes identificadas: O rótulo deve indicar o género, a espécie e a estirpe (exemplo: Lactobacillus acidophilus R0418). Os efeitos de uma estirpe específica não podem ser extrapolados para outras estirpes da mesma espécie [63]. Contém prebióticos: A inclusão de FOS, AOS ou inulina potencia os efeitos dos probióticos. Suporte científico: Devem existir estudos clínicos publicados que comprovem a eficácia das estirpes específicas incluídas na formulação. Depois ou durante a toma de antibióticos (evidência científica mais sólida): Tomar desde o primeiro dia do antibiótico, espaçando as tomas 2-3 horas, e continuar durante 2-4 semanas após terminar o tratamento [64,65]. Síndrome do Intestino Irritável (Evidência científica mais sólida): Formulações com múltiplas espécies durante 8-12 semanas [66,67]. Candidíase Vaginal Recorrente (Evidência científica sólida): Combinar o tratamento antifúngico com probióticos orais durante 3-6 meses [68,69]. Prevenção em Situações de Risco (Evidência científica sólida): Idosos, atletas de alto rendimento, viajantes para zonas tropicais [70,71]. Prevenção de Alergias em Bebés (Evidência científica sólida): Mulheres grávidas com antecedentes familiares de alergias podem tomar L. rhamnosus GG durante o último trimestre e a amamentação [72,73]. A tua saúde começa no intestino O paradigma do microbioma ensina-nos que a saúde não passa por eliminar todas as bactérias, mas por cultivar um ecossistema equilibrado. Como disse a bióloga Lynn Margulis: "A vida é um caos artístico controlado”. Os probióticos, especialmente as formulações que combinam L. acidophilus com outras bactérias benéficas e prebióticos, são uma ferramenta com sólida base científica para manter ou restaurar este equilíbrio. Mas lembra-te: os probióticos são mais eficazes quando combinados com: Uma alimentação rica em fibra prebiótica (legumes, fruta, leguminosas, cereais integrais) Alimentos fermentados (iogurte natural, kéfir, chucrute, kimchi) Limitação de açúcares refinados e alimentos ultraprocessados Gestão do stress e descanso adequado O teu intestino é uma grande oportunidade para melhorares a tua saúde, como se ela dependesse de um jardim. Os probióticos são as sementes, os prebióticos o fertilizante, mas tu és o jardineiro. Referências Bibliográficas Vimbert R. Microbiota "a bactéria protetora": Probióticos, Micronutrientes e Fitoquímicos na modulação do microbioma humano. Masterclass 2017. Madrid-Barcelona, outubro de 2017. Cegelski L, Marshall GR, Eldridge GR, Hultgren SJ. 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Candidiasis en hombres o infección por hongos: síntomas, causas y tratamiento
Higiene Íntima

Candidiasis en hombres o infección por hongos: síntomas, causas y tratamiento

Rafael García Alonso

La candidiasis en hombres es una infección por hongos que suele afectar al glande, al prepucio o a la zona genital. También puede aparecer como hongos en el pene, hongos en el glande, candidiasis peneana o balanitis candidiásica. Aunque muchas veces se asocia a la candidiasis vaginal, los hombres también pueden tener candidiasis. En algunos casos provoca picor, enrojecimiento, ardor, irritación, secreción blanquecina o molestias al mantener relaciones sexuales. En otros, los síntomas son leves y se confunden con una irritación pasajera. Lo importante es no automedicarse ni dar por hecho que todo picor genital son hongos. Hay otras causas posibles, como dermatitis, irritación por jabones, infecciones bacterianas, infecciones de transmisión sexual o problemas de piel que pueden parecerse mucho. Si es la primera vez que notas síntomas, si reaparecen con frecuencia o si no mejoran, lo más prudente es consultar con un médico o urólogo. Qué es la candidiasis masculina La candidiasis masculina se produce cuando hongos del género Candida, especialmente Candida albicans, crecen más de lo habitual en la piel o mucosas genitales. La Candida puede estar presente en el cuerpo sin causar problemas. El problema aparece cuando se rompe el equilibrio local y el hongo prolifera demasiado. Esto puede ocurrir por humedad, calor, roce, alteraciones de la microbiota, antibióticos, diabetes, defensas bajas o irritación de la zona. En hombres, la candidiasis suele presentarse como inflamación del glande. Cuando afecta al glande se habla de balanitis candidiásica. Si también afecta al prepucio, puede llamarse balanopostitis. Síntomas de candidiasis en hombres Los síntomas pueden variar según la persona y la intensidad del cuadro. Los más habituales son: Picor en el pene, sobre todo en el glande o bajo el prepucio. Enrojecimiento del glande. Ardor o escozor. Sensación de irritación o quemazón. Piel húmeda, brillante o blanquecina. Secreción blanca y espesa bajo el prepucio. Mal olor en algunos casos. Pequeñas grietas o sensibilidad en la piel. Dolor o molestia durante las relaciones sexuales. Ardor al orinar si la zona está muy irritada. Dificultad para retraer el prepucio si hay inflamación. No todos los hombres presentan todos los síntomas. A veces solo aparece un leve picor o enrojecimiento. Otras veces hay inflamación más evidente, secreción o molestias importantes. Hongos en el pene: cómo diferenciarlos de una irritación Una de las dudas más frecuentes es si un picor o enrojecimiento se debe realmente a hongos en el pene. Puede orientar hacia candidiasis si hay: Enrojecimiento persistente del glande. Picor intenso. Secreción blanquecina o grumosa. Placas blancas o piel brillante. Molestias bajo el prepucio. Síntomas tras mantener relaciones con una pareja con candidiasis. Episodios repetidos después de antibióticos o en personas con diabetes. Pero también puede parecer candidiasis y no serlo. La irritación por jabones, geles perfumados, lubricantes, preservativos, exceso de higiene, sudor, ropa ajustada o fricción puede causar síntomas muy parecidos. Por eso, si tienes dudas, es mejor confirmar el diagnóstico antes de usar tratamientos por tu cuenta. Candidiasis en el glande: qué ocurre exactamente Cuando la candidiasis afecta al glande, la zona puede verse roja, inflamada, sensible o con placas blanquecinas. En hombres no circuncidados puede acumularse humedad bajo el prepucio, lo que favorece que el hongo se multiplique. El glande y el prepucio son zonas delicadas. Usar jabones agresivos, rascarse, aplicar cremas inadecuadas o mantener relaciones con la zona irritada puede empeorar el cuadro. Si hay dolor intenso, heridas, úlceras, ampollas, secreción con mal olor fuerte o inflamación marcada, no conviene asumir que son hongos: hay que consultar. ¿La candidiasis se pega a los hombres? La candidiasis no se considera una infección de transmisión sexual en sentido estricto, pero puede aparecer después de relaciones sexuales, especialmente si la pareja tiene candidiasis activa o si hay irritación, humedad o predisposición. Esto significa que un hombre puede tener síntomas tras el contacto sexual, pero no todos los casos de candidiasis masculina se deben al sexo. También puede aparecer sin relaciones sexuales recientes. En parejas con candidiasis recurrente, conviene valorar el caso completo. Si uno de los dos tiene síntomas, debe consultarlo. No suele recomendarse tratar a la pareja si no tiene síntomas, salvo indicación médica. Causas de candidiasis en hombres La candidiasis masculina suele aparecer cuando se dan condiciones que favorecen el crecimiento de Candida. Entre los factores más frecuentes están: Humedad y calor La humedad bajo el prepucio, el sudor, la ropa interior ajustada o no secar bien la zona pueden facilitar la proliferación de hongos. Antibióticos Los antibióticos pueden alterar el equilibrio de la microbiota. Después de un tratamiento antibiótico, algunas personas son más propensas a candidiasis. Diabetes La diabetes, especialmente si no está bien controlada, aumenta el riesgo de infecciones por hongos. Si la candidiasis se repite, conviene valorar este factor. Sistema inmunitario debilitado Personas con defensas bajas, tratamientos inmunosupresores o ciertas enfermedades pueden tener más riesgo de candidiasis. Falta de higiene o exceso de higiene La higiene insuficiente puede favorecer acumulación de humedad y secreciones. Pero el exceso de higiene con jabones agresivos también puede irritar y alterar el equilibrio de la piel. No estar circuncidado La candidiasis y la balanitis candidiásica son más frecuentes en hombres no circuncidados, porque el prepucio puede retener humedad y favorecer el crecimiento del hongo. Fricción o irritación Relaciones sexuales, masturbación, ropa ajustada, lubricantes, preservativos o productos perfumados pueden irritar la zona y facilitar molestias. Tratamiento de la candidiasis en hombres El tratamiento médico habitual de la candidiasis en hombres suele basarse en antifúngicos, normalmente en crema. En algunos casos, el profesional sanitario puede indicar tratamiento oral, especialmente si el cuadro es más intenso, recurrente o no responde bien. Los antifúngicos más habituales en este tipo de infecciones pertenecen a familias como imidazoles o triazoles, pero debe ser un profesional quien valore el producto adecuado, la duración y si realmente se trata de candidiasis. No conviene usar antibióticos, corticoides o cremas combinadas sin indicación médica. Aplicar productos inadecuados puede enmascarar síntomas, irritar más la zona o retrasar el diagnóstico correcto. Cuándo consultar al médico Consulta con un médico, urólogo o centro de salud sexual si: Es la primera vez que tienes síntomas. Los síntomas no mejoran tras unos días. La candidiasis vuelve con frecuencia. Hay dolor intenso, heridas, ampollas o úlceras. Hay secreción abundante o mal olor fuerte. Hay fiebre o malestar general. Tienes diabetes o sospecha de glucosa elevada. Tienes defensas bajas. Tomas medicación inmunosupresora. Hay dolor al orinar o secreción por la uretra. Tu pareja tiene candidiasis recurrente. No tienes claro si puede tratarse de una ITS. También conviene consultar si el prepucio se inflama mucho, si cuesta retraerlo o si aparece fimosis secundaria. Qué puedes hacer en casa mientras consultas Estas medidas no sustituyen el tratamiento médico, pero pueden ayudar a no empeorar la irritación: Lava la zona con agua y un producto suave, sin perfumes. Seca muy bien el glande y el prepucio después de la higiene. Evita jabones agresivos, desodorantes íntimos o productos perfumados. Usa ropa interior de algodón y evita prendas muy ajustadas. Cambia la ropa húmeda o sudada cuanto antes. Evita rascarte. Evita relaciones sexuales si hay dolor, irritación o secreción. No apliques remedios caseros irritantes. No uses cremas antifúngicas, antibióticas o con corticoides sin asesoramiento si no tienes claro el diagnóstico. Candidiasis masculina recurrente: por qué vuelve Cuando la candidiasis aparece una y otra vez, hay que buscar la causa. No basta con repetir tratamientos sin valorar el origen. La candidiasis recurrente puede relacionarse con: Diabetes no diagnosticada o mal controlada. Uso frecuente de antibióticos. Pareja con candidiasis recurrente. Humedad mantenida bajo el prepucio. Fimosis o dificultad para retraer el prepucio. Irritación por productos de higiene. Dermatitis u otras enfermedades de la piel. Inmunidad baja. Diagnóstico incorrecto. Si los episodios se repiten, es recomendable consultar para confirmar si realmente es Candida y descartar otras causas. ¿Los probióticos ayudan en candidiasis masculina? Los probióticos se estudian sobre todo en relación con la microbiota intestinal y vaginal. En candidiasis vaginal recurrente hay más investigación que en candidiasis masculina, aunque la evidencia no permite considerarlos un tratamiento sustitutivo de los antifúngicos. En hombres, pueden plantearse como apoyo general al equilibrio de la microbiota, especialmente tras antibióticos o en personas con tendencia a desequilibrios, pero no deben presentarse como una cura para hongos en el pene. Si buscas apoyo complementario, puedes revisar nuestra categoría de productos para candidiasis: Lo importante es entenderlo bien: los suplementos o productos naturales pueden acompañar una rutina de cuidado y equilibrio, pero el diagnóstico y el tratamiento de una infección activa deben valorarse con un profesional sanitario. Alimentación y candidiasis: qué tiene sentido No existe una dieta única que cure la candidiasis masculina. Sin embargo, mantener una alimentación equilibrada puede ayudar al estado general, al sistema inmunitario y al control metabólico. Puede ser útil: Reducir el exceso de azúcares añadidos. Priorizar verduras, frutas enteras, legumbres, proteínas de calidad y grasas saludables. Mantener buena hidratación. Evitar alcohol en exceso. Cuidar el descanso. Controlar la glucosa si hay diabetes o resistencia a la insulina. No hacer dietas extremas sin supervisión. En candidiasis recurrente, la alimentación puede ser una pieza más, pero no sustituye la valoración médica. Mitos frecuentes sobre candidiasis en hombres “La candidiasis masculina siempre es una ITS” No. Puede aparecer sin transmisión sexual. El sexo puede actuar como desencadenante o facilitar síntomas, pero la candidiasis no se clasifica como una ITS clásica. “Si tengo hongos en el pene, mi pareja me los ha contagiado” No necesariamente. Puede haber relación con la pareja si hay candidiasis activa, pero también influyen humedad, antibióticos, diabetes, higiene, defensas o irritación local. “Con lavar más se soluciona” No siempre. De hecho, lavar demasiado o usar jabones fuertes puede empeorar la irritación. “Los remedios caseros son suficientes” No es recomendable aplicar aceites esenciales, vinagre, bicarbonato u otros remedios caseros en el glande. La zona es sensible y puede irritarse más. “Si es natural, no hace daño” Natural no significa automáticamente seguro. En zona genital, cualquier producto inadecuado puede causar irritación o dermatitis. Errores que pueden empeorar los hongos genitales masculinos Usar jabones perfumados o agresivos. No secar bien el prepucio. Mantener ropa húmeda o sudada. Aplicar cremas sin saber qué son. Usar corticoides sin diagnóstico. Mantener relaciones con dolor o irritación. Rascarse. Repetir tratamientos sin consultar. No valorar diabetes si hay recurrencias. Confundir candidiasis con una ITS u otra dermatitis. Prevención de candidiasis en hombres Para reducir el riesgo de candidiasis masculina: Mantén una higiene suave y regular. Seca bien la zona genital. Usa ropa interior transpirable. Evita humedad prolongada. Cambia la ropa tras deporte o sudoración. Evita productos perfumados en la zona genital. Controla la diabetes si la tienes. Consulta si aparecen recurrencias. Evita la automedicación. Usa preservativo si hay molestias o infecciones activas en la pareja y consulta si los síntomas persisten. La prevención no consiste en limpiar más, sino en cuidar mejor el equilibrio de la piel genital. Conclusión La candidiasis en hombres puede provocar picor, enrojecimiento, ardor, secreción blanquecina y molestias en el glande o el prepucio. Aunque suele ser tratable, no conviene diagnosticarla por intuición, porque muchas irritaciones e infecciones pueden parecerse. El tratamiento habitual se basa en antifúngicos, pero debe ajustarse al caso. Si es el primer episodio, si se repite, si no mejora o si hay síntomas intensos, consulta con un profesional sanitario. Como apoyo complementario, puedes cuidar la higiene suave, mantener la zona seca, evitar irritantes y revisar hábitos que puedan favorecer desequilibrios. Y si buscas productos orientados al equilibrio de la microbiota y apoyo natural, puedes consultar nuestra selección de productos para candidiasis. FAQs ¿Qué es la candidiasis en hombres? La candidiasis en hombres es una infección por hongos del género Candida que suele afectar al glande, al prepucio o a la zona genital. Puede causar picor, enrojecimiento, ardor, secreción blanquecina o molestias. ¿Cómo saber si tengo hongos en el pene? Puede sospecharse si hay picor, enrojecimiento del glande, ardor, placas blanquecinas, secreción espesa o irritación bajo el prepucio. Aun así, es recomendable consultar para confirmar el diagnóstico. ¿La candidiasis se pega a los hombres? No se considera una ITS clásica, pero puede aparecer tras relaciones sexuales, especialmente si la pareja tiene candidiasis activa. También puede surgir por humedad, antibióticos, diabetes, irritación o defensas bajas. ¿Qué tratamiento se usa para la candidiasis masculina? El tratamiento médico habitual suele ser con antifúngicos tópicos y, en algunos casos, antifúngicos orales. Debe indicarlo un profesional sanitario según síntomas, gravedad y recurrencias. ¿Los hongos en el pene desaparecen solos? A veces una irritación leve puede mejorar con medidas de higiene y evitando irritantes, pero una candidiasis activa puede requerir tratamiento antifúngico. Si los síntomas persisten, consulta. ¿Puedo tener relaciones si tengo candidiasis? Si hay dolor, picor, irritación o secreción, es mejor evitar relaciones hasta valorar el caso y mejorar los síntomas. La fricción puede empeorar la inflamación. ¿Por qué me vuelve la candidiasis? Puede deberse a diabetes, antibióticos, humedad, fimosis, irritantes, pareja con candidiasis recurrente, defensas bajas o diagnóstico incorrecto. Las recurrencias deben estudiarse. ¿Los probióticos curan la candidiasis en hombres? No deben considerarse un tratamiento para una infección activa. Pueden utilizarse como apoyo al equilibrio de la microbiota en algunos casos, pero no sustituyen el diagnóstico ni los antifúngicos cuando son necesarios. ¿Qué no debo aplicar en el glande si tengo hongos? Evita vinagre, bicarbonato, aceites esenciales, alcohol, perfumes, jabones agresivos y cremas no indicadas. La zona genital es sensible y puede irritarse con facilidad. Bibliografía Organización Mundial de la Salud. Candidiasis: definición, causas generales y tratamiento antifúngico. Mayo Clinic. Candidiasis en hombres: síntomas, factores de riesgo y balanitis. NHS. Thrush in men and women: síntomas en hombres y cuándo consultar. CDC. Treatment of Candidiasis: tratamiento con antifúngicos según tipo y gravedad. Office on Women’s Health. Candid

Candidiasis vaginal: síntomas, causas y tratamiento
Eva García Ferrer

Adeus ao Candidiadis Vanigal!

Eva García Ferrer

Você tem problemas de candidíase vaginal? Femina Flor Sura Vitasan é um produto natural à base de probióticos ou bactérias amigáveis ​​, juntamente com outros componentes naturais, para formar óvulos vaginais capazes de regular o pH natural da área íntima feminina, controlando assim a proliferação de fungos e bactérias que produzem candida ou infecção vaginal por fungos . É assim que Sura Vitasan combinou as propriedades de 10 bilhões de bactérias amigáveis, em cada óvulo Femina Flor, para fornecer a você um tratamento que não só permitirá controlar a candidíase, mas também ajudará a prevenir a constante colonização de bactérias que produzem candidíase , que se estima causar 3 ou 4 recaídas por ano, porque os tratamentos medicamentosos não abordam a raiz do problema, que é a alteração da flora bacteriana ou protetora. É que um tratamento para candidíase deve atuar de forma integral, garantindo assim que a área vaginal permaneça saudável, por isso é necessário: Estimula a colonização de bactérias amigáveis ​​que ajudam a repor o ácido na área vaginal , equilibrando o açúcar nesta área. Controlar os açúcares das leveduras, para evitar o crescimento de candida. Aumente os probióticos naturais , pois estes atuarão na eliminação de bactérias e fungos. Os probióticos também aumentam as defesas do organismo , o que o ajudará a neutralizar o ataque de vírus e infecções. Sura Vitasan levou em conta esses fatores e preparou os óvulos Femina Flor , usando os melhores probióticos em uma cápsula que você pode usar mesmo se for intolerante à lactose, pois é para uso externo, para que nunca tenha contato com o estômago , além de atuar diretamente na área afetada. Para que serve o Femina Flor? As propriedades de Femina Flor ajudam a evitar infecções fúngicas vaginais, graças à sua composição: Rhamnosus B , usado para: Controlar a proliferação de leveduras patogênicas, Aliviar a irritação da pele Melhorar a resposta do sistema imunológico e Elimine a candidíase vulvovaginal Acidophilus é uma bactéria amigável que se encontra em nosso corpo e, ao crescer de forma saudável, previne o crescimento de bactérias patogênicas . Thermophilus atua para melhorar a saúde e a reprodução dos probióticos, quando estes foram prejudicados por drogas altamente invasivas. É ideal para regular a flora gástrica e parar a diarreia . Bulgaricus é um probiótico que atua diretamente para estimular a flora gástrica, melhorando assim a absorção de nutrientes presentes nos alimentos e fortalecendo o sistema imunológico. Todos estes produtos lácteos formam uma sinergia perfeita para aliviar a infecção por candida . Sintomas da candidíase Como saber se tenho candidíase? Se você notar algum dos seguintes sintomas, vá a um especialista para prevenir o possível aparecimento de infecção por candida: Aparecimento de corrimento vaginal espesso e irregular , não tem um cheiro forte, mas você sentirá que não é o habitual. Coceira e irritação constantes. Dor ou sensação de queimação ao urinar e durante a atividade sexual. Se a candidíase estiver avançada, pode apresentar rachaduras na vagina , é necessário controlá-la a tempo, para evitar rachaduras e a proliferação de germes, que podem se alojar nas feridas. Embora a candidíase seja sempre falada em mulheres, os homens também podem sofrer com isso e aparece como uma irritação no pênis e escroto . Lembre-se que o fungo pode aparecer mesmo com tratamentos antifúngicos, isso porque se torna resistente a eles, então colonizar a área íntima com bactérias amigáveis ​​garantirá o retorno do equilíbrio natural do pH, que é a única forma de evitar as constantes repetições de esta infecção irritante. Também é importante que você acompanhe o tratamento com uma dieta pobre em levedura, além de evitar repetir as ações que causaram a infecção por candida, por isso é necessário saber por que a candidíase ocorre. Causas da candidíase Como vimos, a candidíase ocorre quando o pH vaginal está alterado; o que se deve à proliferação de leveduras, que compõem um ambiente rico em açúcares, úmido e com temperatura um pouco acima do normal, o que constitui um ambiente perfeito para a proliferação de fungos e bactérias. Mas esta alteração pode ter uma ou mais das seguintes causas: Alterações hormonais, como as que aparecem durante o ciclo menstrual, menopausa ou gravidez. Tratamentos com medicamentos que alteram a flora gástrica e vaginal, como é o caso do uso de antibióticos e cortisona. Defesas baixas , ou seja, se você tem um sistema imunológico fraco, pode ficar vulnerável ao aparecimento de candida. A reação do seu corpo à composição química dos fluidos do seu parceiro . É que embora não seja uma infecção sexualmente transmissível, pode acontecer que o pH da outra pessoa não seja compatível com a composição química do seu corpo, ou seja, essa infecção pode aparecer. Agora você não apenas sabe o que causa a infecção, mas também qual é o tratamento adequado para a candidíase, pois Femina Flor ajudará você a melhorar a flora vaginal e fortalecer o sistema imunológico, para eliminar o problema da candidíase vaginal na raiz. Na nossa loja online de produtos naturais encontrará tudo o que precisa para evitar a candidíase.

Nootrópicos: guía completa para entenderlos y elegir el adecuado
Circulación

Nootrópicos: guia completo para os compreender e escolher o mais adequado

Rafael García García

O que são os nootrópicos? Os nootrópicos são substâncias que podem ajudar a melhorar determinadas funções cognitivas, como a memória, a concentração ou a clareza mental. O termo foi criado nos anos 70 e é utilizado tanto para: Substâncias naturais (plantas, nutrientes) Compostos sintéticos 👉 Nem todos os nootrópicos têm o mesmo nível de evidência científica nem produzem os mesmos efeitos. Como funcionam no cérebro? Os nootrópicos atuam sobre diferentes mecanismos: Neurotransmissores (como a acetilcolina ou a dopamina) Fluxo sanguíneo cerebral Stress oxidativo Plasticidade neuronal Isto pode traduzir-se em melhorias em: Atenção Velocidade de processamento Memória Tipos de nootrópicos 🌿 Nootrópicos naturais Incluem ingredientes amplamente utilizados em suplementação: Ginkgo biloba Bacopa monnieri Rhodiola rosea Cafeína + L-teanina 👉 Costumam ter um perfil de segurança mais favorável. 🧪 Nootrópicos sintéticos Incluem compostos desenvolvidos em laboratório, como: Racetams Modafinilo (uso médico) 👉 A sua utilização deve ser supervisionada por profissionais de saúde. Benefícios dos nootrópicos (com evidência) Alguns nootrópicos demonstraram benefícios em estudos, especialmente em: Memória e aprendizagem Concentração e atenção Redução da fadiga mental ⚠️ Importante:Os efeitos costumam ser moderados e variáveis consoante a pessoa. Melhores nootrópicos de acordo com o teu objetivo 📚 Para a memória Bacopa monnieri Ginkgo biloba 👉 Utilizados tradicionalmente para apoiar a memória a médio prazo. 🎯 Para a concentração Cafeína + L-teanina Rhodiola 👉 Podem ajudar a melhorar o foco sem excesso de estimulação. 😌 Para o stress mental Ashwagandha Rhodiola 👉 Adaptogénios que ajudam a gerir o stress. Os nootrópicos são seguros? De um modo geral: Os nootrópicos naturais bem utilizados costumam ser seguros Os sintéticos exigem acompanhamento médico Possíveis efeitos secundários: Nervosismo Insónia Desconforto digestivo ⚠️ É sempre recomendável: Respeitar as doses Consultar um profissional em caso de dúvida Como escolher um nootrópico Antes de escolher, pergunta-te: 👉 O que precisas de melhorar? Memória Concentração Stress 👉 Além disso: Verifica a qualidade do produto Evita misturas pouco transparentes Dá prioridade a ingredientes com evidência Perguntas frequentes Os nootrópicos funcionam mesmo? Sim, alguns podem ajudar, mas não fazem milagres e o seu efeito depende do contexto. Quanto tempo demoram a fazer efeito? Depende do composto: Cafeína: imediato Bacopa: várias semanas Podem ser tomados diariamente? Alguns sim, mas é importante seguir as recomendações de utilização. Têm efeitos secundários? Podem ter, sobretudo se forem usados em excesso ou mal combinados. Qual é o melhor nootrópico natural? Não existe um único. Depende do objetivo.

Candidiasis Oral: Síntomas Causas y cómo cuidar la boca
Eva García Ferrer

Candidiasis Oral: Síntomas Causas y cómo cuidar la boca

Rafael García García

La candidiasis oral, también conocida como candidiasis bucal, muguet oral u oral thrush, es una infección causada por el crecimiento excesivo de hongos del género Candida en la boca. La especie más habitual es Candida albicans, un microorganismo que puede formar parte de la microbiota normal, pero que en determinadas circunstancias puede proliferar y provocar molestias. Puede aparecer en la lengua, las encías, el paladar, el interior de las mejillas, los labios o incluso extenderse hacia la garganta. Uno de los signos más conocidos es la lengua blanca por candidiasis, aunque no toda lengua blanca significa que haya hongos. También puede deberse a sequedad, higiene insuficiente, tabaco, irritación, ciertos medicamentos o acumulación de restos en la superficie lingual. Por eso, si tienes placas blancas, dolor, ardor, dificultad para tragar o molestias persistentes, lo más prudente es consultar con un profesional sanitario para confirmar si realmente se trata de hongos en la boca y valorar el tratamiento adecuado. Qué es la candidiasis oral La candidiasis oral es una infección por levaduras que afecta a la mucosa de la boca. En condiciones normales, la microbiota oral, la saliva y el sistema inmunitario ayudan a mantener la Candida bajo control. El problema aparece cuando ese equilibrio se altera y el hongo crece más de lo habitual. Puede afectar a personas de cualquier edad, aunque es más frecuente en bebés, personas mayores, usuarios de prótesis dentales, personas con defensas bajas, pacientes que usan corticoides inhalados, personas con diabetes mal controlada o quienes han tomado antibióticos recientemente. En bebés suele conocerse como muguet oral. En adultos, especialmente si aparece de forma repetida, conviene revisar posibles factores de fondo. Síntomas de candidiasis oral Los síntomas de la candidiasis oral pueden variar según la zona afectada y la intensidad del cuadro. En algunos casos son leves, pero en otros pueden resultar molestos y afectar a la alimentación o al habla. Los síntomas más frecuentes son: Placas blancas o cremosas en la lengua, encías, paladar o interior de las mejillas. Sensación de lengua blanca o recubierta. Enrojecimiento debajo de las placas. Ardor, escozor o sensación de quemazón. Dolor al comer alimentos ácidos, picantes o muy calientes. Mal sabor de boca. Sequedad bucal. Grietas en las comisuras de los labios. Sangrado leve si se raspan las placas. Dolor o dificultad al tragar si afecta a la garganta. En la candidiasis en la garganta, también llamada candidiasis orofaríngea, pueden aparecer molestias al tragar, sensación de cuerpo extraño, dolor o extensión de las placas hacia la parte posterior de la boca. Candidiasis en la lengua: cómo reconocerla La candidiasis en la lengua suele manifestarse con una capa blanquecina, placas cremosas o zonas rojas e irritadas. A veces las placas pueden desprenderse al raspar suavemente, dejando una superficie enrojecida o sensible. Sin embargo, una lengua blanca no siempre es candidiasis. También puede aparecer por deshidratación, respiración bucal, higiene lingual insuficiente, tabaco, alcohol, fiebre, ciertos medicamentos o alteraciones digestivas. Una pista importante es la combinación de síntomas: si la lengua blanca se acompaña de ardor, dolor, placas en otras zonas de la boca, mal sabor, sequedad marcada o molestias al tragar, conviene valorarlo. Causas de la candidiasis oral La candidiasis oral aparece cuando se rompe el equilibrio natural de la boca y la Candida encuentra condiciones favorables para crecer. Entre las causas y factores de riesgo más habituales están: Uso de antibióticos Los antibióticos pueden alterar la microbiota oral y reducir bacterias que ayudan a controlar el crecimiento de la Candida. Por eso, algunas personas notan hongos en la boca después de un tratamiento antibiótico. Corticoides inhalados Los inhaladores con corticoides, usados en asma u otras enfermedades respiratorias, pueden favorecer candidiasis oral si no se enjuaga la boca después de cada uso. En estos casos, la prevención es especialmente importante. Sistema inmunitario debilitado Las defensas bajas pueden facilitar que la Candida crezca más de lo normal. Esto puede ocurrir en personas con enfermedades importantes, tratamientos inmunosupresores, quimioterapia, VIH u otras situaciones que comprometen el sistema inmunitario. Diabetes mal controlada La diabetes, especialmente cuando no está bien controlada, puede aumentar el riesgo de candidiasis oral. La mayor disponibilidad de glucosa y los cambios en la respuesta inmunitaria pueden favorecer el crecimiento de hongos. Prótesis dentales Las prótesis dentales mal ajustadas, mal higienizadas o utilizadas durante demasiadas horas pueden favorecer humedad, roce y acumulación de microorganismos. Esto puede aumentar el riesgo de candidiasis bucal, sobre todo en personas mayores. Boca seca La saliva ayuda a proteger la boca. Cuando hay sequedad bucal por medicamentos, respiración bucal, deshidratación o problemas de glándulas salivales, la mucosa queda más vulnerable. Mala higiene oral Una higiene oral insuficiente puede facilitar la acumulación de placa, restos y desequilibrios en la microbiota bucal. No se trata de lavar de forma agresiva, sino de mantener una rutina constante y respetuosa. Tabaco y alcohol El tabaco y el alcohol pueden irritar la mucosa oral, alterar el entorno de la boca y favorecer molestias o desequilibrios. Déficits nutricionales Algunos déficits, como hierro, zinc, ácido fólico o vitamina B12, pueden relacionarse con alteraciones en la mucosa oral, grietas en las comisuras o mayor sensibilidad. Tipos de candidiasis oral No todas las candidiasis bucales se presentan igual. Existen diferentes formas clínicas, y reconocerlas ayuda a entender por qué los síntomas pueden variar tanto. Candidiasis pseudomembranosa Es la forma más conocida. Produce placas blancas cremosas en la lengua, mejillas, encías o paladar. Estas placas pueden desprenderse al raspar, dejando una zona roja o sensible. Candidiasis eritematosa En lugar de placas blancas, puede aparecer como una zona roja, dolorosa o irritada. Puede afectar a la lengua o al paladar y a veces se relaciona con prótesis dentales o uso de antibióticos. Queilitis angular Afecta a las comisuras de los labios, provocando grietas, enrojecimiento, escozor o pequeñas fisuras. Puede tener relación con Candida, bacterias, humedad, prótesis, déficits nutricionales o irritación. Candidiasis hiperplásica Es menos frecuente. Puede aparecer como placas blancas más adheridas que no se desprenden fácilmente. Requiere valoración profesional para descartar otras lesiones. Candidiasis orofaríngea Afecta a la boca y la garganta. Puede causar dolor al tragar, placas en la parte posterior de la boca o sensación de irritación profunda. Es más relevante en personas con defensas bajas o enfermedades de base. Hongos en la garganta: cuándo preocuparse Los hongos en la garganta pueden formar parte de una candidiasis orofaríngea. En estos casos puede haber dolor al tragar, placas visibles al fondo de la boca, sensación de quemazón, dificultad para comer o molestias persistentes. Conviene consultar especialmente si: Hay dificultad para tragar. El dolor empeora. Aparece fiebre. Las placas se extienden. Hay pérdida de peso o falta de apetito. La persona tiene defensas bajas. Hay tratamientos inmunosupresores. Los síntomas no mejoran en pocos días. En personas sanas, la candidiasis oral suele ser localizada, pero cuando afecta a la garganta o se repite, es importante revisar la causa. ¿La candidiasis oral es contagiosa? La candidiasis oral no se considera una infección altamente contagiosa en personas sanas. La Candida puede estar presente en muchas personas sin causar síntomas. El problema suele aparecer cuando hay un desequilibrio local o una bajada de defensas. En bebés lactantes puede haber transmisión entre boca y pezón, generando molestias tanto en el bebé como en la madre. En estos casos, conviene valorar a ambos para evitar recaídas. Cómo se diagnostica la candidiasis oral En muchos casos, el diagnóstico se realiza mediante exploración visual de la boca y valoración de síntomas. Si hay dudas, recurrencias o lesiones atípicas, el profesional sanitario puede solicitar una muestra, cultivo u otras pruebas. Es importante no asumir que toda placa blanca es candidiasis. Algunas lesiones orales pueden parecerse, pero tener causas diferentes. Por eso, si una mancha blanca no desaparece, duele, sangra, se endurece o no se desprende, debe revisarse. Tratamiento de la candidiasis oral El tratamiento de la candidiasis oral depende de la edad, la intensidad, la zona afectada, la causa y el estado general de la persona. En muchos casos se utilizan antifúngicos tópicos en forma de gel, suspensión oral, comprimidos para disolver o enjuagues. En casos más intensos o en personas con mayor riesgo, puede ser necesario tratamiento oral pautado por un profesional. No conviene automedicarse, especialmente en embarazo, lactancia, bebés, personas mayores, pacientes con enfermedades hepáticas, personas polimedicadas o con defensas bajas. El tratamiento también debe acompañarse de la corrección de factores predisponentes: higiene oral, limpieza de prótesis, control de glucosa, revisión de inhaladores, mejora de la hidratación y cuidado de la microbiota. Apoyo natural en candidiasis oral Cuando se habla de candidiasis oral tratamiento natural, es importante ser prudentes. Lo natural puede ayudar a crear un entorno más favorable para la microbiota oral, pero no debe sustituir un tratamiento antifúngico cuando hay infección confirmada. Algunas medidas de apoyo pueden ser útiles: Probióticos Los probióticos pueden ayudar a mantener el equilibrio de la microbiota, especialmente después de antibióticos o cuando hay tendencia a desequilibrios. No deben presentarse como una cura directa, sino como apoyo al terreno. Higiene oral suave Cepillarse los dientes, limpiar suavemente la lengua y mantener una buena higiene de encías ayuda a reducir acumulación de placa y restos. Es mejor evitar cepillados agresivos si hay dolor o placas sensibles. Enjuague tras corticoides inhalados Si se usan inhaladores con corticoides, es recomendable enjuagar la boca después de cada uso. Este gesto sencillo puede reducir el riesgo de candidiasis oral. Limpieza de prótesis dentales Las prótesis deben limpiarse a diario y retirarse durante las horas indicadas por el dentista. Una prótesis mal higienizada puede actuar como reservorio de microorganismos. Hidratación Beber suficiente agua y evitar la sequedad bucal ayuda a proteger la mucosa. Si la boca seca es persistente, conviene revisar medicamentos y consultar. Alimentación equilibrada Reducir azúcares añadidos, alcohol y ultraprocesados puede ayudar a cuidar la microbiota oral y digestiva. También conviene priorizar alimentos ricos en nutrientes, proteínas de calidad, verduras, frutas enteras, frutos secos naturales y alimentos fermentados si se toleran bien. Si buscas productos de apoyo para el equilibrio de la microbiota, puedes revisar nuestra selección en la categoría de productos naturales para la candidiasis. Qué no hacer si tienes candidiasis en la boca Algunos remedios caseros pueden irritar la mucosa oral o retrasar el tratamiento adecuado. Si hay placas, dolor o ardor, conviene evitar: Aplicar aceites esenciales directamente en la boca. Usar vinagre, limón o bicarbonato de forma agresiva. Raspar las placas con fuerza. Usar colutorios con alcohol si irritan. Fumar. Tomar antifúngicos sin indicación profesional. Suspender tratamientos médicos sin consultar. Compartir prótesis, cepillos o utensilios de higiene. La boca es una zona sensible. Si una sustancia escuece, irrita o empeora las molestias, no debería utilizarse. Cómo prevenir la candidiasis oral La prevención se basa en reducir los factores que favorecen el crecimiento de Candida. Algunas recomendaciones útiles son: Mantener una buena higiene bucal diaria. Cepillar dientes y lengua con suavidad. Cambiar el cepillo de dientes con regularidad. Enjuagar la boca después de usar corticoides inhalados. Limpiar correctamente las prótesis dentales. No dormir con prótesis si el dentista recomienda retirarlas. Mantener una buena hidratación. Evitar tabaco y alcohol. Controlar la diabetes. No usar antibióticos sin indicación. Cuidar la alimentación. Revisar la boca si aparecen placas persistentes. En personas con tendencia a recaídas, el objetivo no es solo tratar cada episodio, sino identificar qué está favoreciendo que vuelva. Candidiasis oral en bebés En bebés, el muguet oral puede aparecer como placas blancas en la lengua, interior de las mejillas o encías. A veces se confunde con restos de leche, pero las placas de candidiasis suelen adherirse más y pueden dejar la zona roja si se intentan retirar. El bebé puede estar más irritable, rechazar el pecho o el biberón, o mostrar molestias al alimentarse. Si hay sospecha, conviene consultar con pediatría. En lactancia, también puede ser necesario valorar el pezón de la madre si hay dolor, grietas, quemazón o molestias persistentes. Candidiasis oral en adultos mayores En adultos mayores, la candidiasis oral puede relacionarse con prótesis dentales, boca seca, medicamentos, enfermedades crónicas o bajada de defensas. También puede pasar desapercibida si se interpreta como una simple molestia de la dentadura. Si hay placas blancas, dolor, mal sabor, enrojecimiento bajo la prótesis o grietas en las comisuras, conviene revisar la prótesis, reforzar la higiene y consultar con dentista o médico. Cuándo consultar a un profesional Consulta si tienes síntomas compatibles con candidiasis oral y especialmente si: Es la primera vez que te ocurre. Las placas no desaparecen. Hay dolor intenso. Tienes dificultad para tragar. Hay fiebre. Las lesiones sangran. Tienes defensas bajas. Estás en tratamiento con quimioterapia, inmunosupresores o corticoides. Tienes diabetes. Eres bebé, persona mayor o estás embarazada. La candidiasis oral se repite con frecuencia. La lengua blanca no mejora con higiene suave. Un diagnóstico adecuado permite tratar mejor y detectar posibles causas de fondo. Mitos frecuentes sobre la candidiasis oral “Toda lengua blanca es candidiasis” No. La lengua blanca puede aparecer por muchas causas: sequedad, restos de comida, tabaco, higiene insuficiente, medicamentos, fiebre o irritación. La candidiasis suele acompañarse de placas, ardor, dolor o enrojecimiento. “Los hongos en la boca se quitan rascando” No conviene raspar con fuerza. Puede irritar la mucosa, provocar sangrado y empeorar la molestia. “Los remedios naturales curan la candidiasis oral” Los remedios naturales pueden apoyar la microbiota y los hábitos de prevención, pero una infección confirmada puede requerir antifúngicos. No conviene retrasar la consulta si hay síntomas claros. “La candidiasis oral solo aparece en bebés” No. Aunque el muguet oral es frecuente en bebés, también puede afectar a adultos, especialmente si hay prótesis dentales, diabetes, boca seca, antibióticos, corticoides inhalados o defensas bajas. “Si tengo candidiasis oral, tengo una enfermedad grave” No siempre. Puede aparecer por factores comunes como antibióticos, prótesis o inhaladores. Sin embargo, si se repite o es intensa, conviene revisarlo. Conclusión La candidiasis oral es una infección por Candida que puede afectar a la lengua, encías, paladar, mejillas, labios o garganta. Sus signos más característicos son las placas blancas, la lengua recubierta, el ardor, el enrojecimiento, el mal sabor de boca y, en algunos casos, el dolor al tragar. Aunque existen medidas naturales que pueden ayudar a cuidar la microbiota y prevenir recaídas, el tratamiento de una candidiasis oral confirmada debe valorarse de forma adecuada. La clave está en combinar diagnóstico, tratamiento cuando sea necesario y corrección de factores que favorecen el desequilibrio: higiene oral, prótesis, inhaladores, boca seca, diabetes, alimentación y defensas. Si tienes hongos en la boca, lengua blanca persistente o síntomas que no mejoran, lo más recomendable es consultar con un profesional sanitario. Preguntas frecuentes sobre candidiasis oral ¿Qué es la candidiasis oral? La candidiasis oral es una infección por hongos del género Candida que afecta a la boca. Puede aparecer en la lengua, encías, paladar, mejillas, labios o garganta. ¿Qué síntomas tiene la candidiasis oral? Los síntomas más frecuentes son placas blancas, lengua recubierta, ardor, enrojecimiento, dolor al comer, mal sabor de boca, sequedad y, en casos más intensos, dificultad para tragar. ¿La lengua blanca siempre es candidiasis? No. La lengua blanca puede deberse a sequedad, tabaco, higiene insuficiente, fiebre, medicamentos o acumulación de restos. Si se acompaña de ardor, placas, dolor o persistencia, conviene consultarlo. ¿Qué causa los hongos en la boca? Pueden aparecer por antibióticos, corticoides inhalados, defensas bajas, diabetes, boca seca, prótesis dentales, mala higiene oral, tabaco, alcohol o alteraciones de la microbiota. ¿La candidiasis oral es contagiosa? No suele considerarse una infección altamente contagiosa en personas sanas. La Candida puede estar presente sin causar síntomas. El problema aparece cuando hay un desequilibrio o factores de riesgo. ¿Cómo se trata la candidiasis oral? El tratamiento puede incluir antifúngicos tópicos u orales según el caso. También es importante corregir factores que la favorecen, como prótesis mal higienizadas, uso de inhaladores, boca seca o diabetes mal controlada. ¿Existen remedios naturales para la candidiasis oral? Pueden ayudar medidas como buena higiene oral, hidratación, reducción de azúcares añadidos, probióticos y cuidado de la microbiota. Sin embargo, no sustituyen el tratamiento antifúngico cuando hay infección confirmada. ¿Puedo usar bicarbonato o vinagre para hongos en la boca? No conviene usar remedios agresivos sin indicación profesional. Vinagre, limón, bicarbonato o aceites esenciales pueden irritar la mucosa oral y empeorar las molestias. ¿Qué hacer si tengo candidiasis en la garganta? Si hay dolor al tragar, placas al fondo de la boca, fiebre, dificultad para comer o síntomas persistentes, conviene consultar. La candidiasis orofaríngea requiere valoración profesional. ¿Cuándo debo consultar por candidiasis oral? Consulta si es la primera vez, si hay dolor intenso, dificultad para tragar, fiebre, defensas bajas, diabetes, embarazo, lesiones persistentes o episodios repetidos. Bibliografía Centers for Disease Control and Prevention. Treatment of Candidiasis. Centers for Disease Control and Prevention. Candidiasis Basics. NHS. Oral thrush in adults. Mayo Clinic. Oral thrush: symptoms and causes. MSD Manual. Candidiasis. AEMPS CIMA. Ficha técnica de fluconazol. StatPearls / NCBI Bookshelf. Oral Candidiasis. García-Cuesta C, et al. Current treatment of oral candidiasis: A literature review.

Tratamiento natural para la candidiasis: qué puede ayudar y qué conviene evitar
Higiene Íntima

Os melhores remédios para a candidíase: como combater o fungo Candida de forma eficaz

Rafael García García

A candidíase é uma infeção causada pelo fungo Candida albicans, que vive naturalmente no nosso organismo, mas pode multiplicar-se e causar desconforto quando existe um desequilíbrio. Pode afetar várias zonas, como a boca, a pele, o sistema digestivo e a zona íntima. Embora possa ser incómoda, existem várias soluções naturais e médicas para a tratar. Neste artigo, vamos explicar-te quais são os melhores remédios para a candidíase, como prevenir o seu aparecimento e responder às perguntas mais frequentes, como como eliminar o fungo Candida de forma eficaz. O que é a Candidíase e Quais são as suas Causas? A candidíase ocorre quando o equilíbrio natural do fungo Candida albicans é alterado. Isto pode acontecer devido a: Uso prolongado de antibióticos. Sistema imunitário enfraquecido. Consumo elevado de açúcares e hidratos de carbono refinados. Alterações hormonais (como a gravidez). Stress prolongado. Sintomas Comuns da Candidíase Candidíase oral: Placas brancas na língua, dificuldade em engolir e sensação de ardor. Candidíase vaginal: Comichão intensa, corrimento branco espesso e vermelhidão. Candidíase cutânea: Irritação, vermelhidão e descamação em zonas húmidas. Melhores Remédios para a Candidíase 1. Óleo de Coco O óleo de coco é um poderoso antifúngico natural graças ao seu teor de ácido láurico e ácido caprílico. Como usar: Aplica diretamente na zona afetada em caso de candidíase cutânea. Consome-o como suplemento (1-2 colheres de sopa por dia) para ajudar a combater infeções internas. 2. Probióticos Os probióticos ajudam a restaurar o equilíbrio da microbiota, essencial para combater o crescimento excessivo de Candida. Benefícios: Reduzem a população do fungo ao competir por espaço e nutrientes. Fortalecem o sistema imunitário. Fontes recomendadas: Iogurte natural (sem açúcar). Suplementos específicos com estirpes de Lactobacillus acidophilus e Bifidobacterium. 3. Alho O alho contém alicina, um composto com propriedades antifúngicas que pode inibir o crescimento da Candida. Como usar: Consome 1-2 dentes de alho cru por dia. Prepara uma pasta com alho triturado e água, aplicando-a externamente em casos de candidíase cutânea. 4. Vinagre de Maçã O vinagre de maçã ajuda a restaurar o pH natural do corpo, criando um ambiente desfavorável ao fungo. Como usar: Dilui-o em água (uma colher de sopa num copo de água) e bebe-o antes das refeições. Adiciona-o à água do banho para aliviar a irritação vaginal. 5. Óleo de Árvore do Chá Este óleo essencial é conhecido pelas suas propriedades antifúngicas e antibacterianas. Como usar: Mistura algumas gotas com um óleo veicular (como óleo de coco) e aplica sobre a pele afetada. Nunca o utilizes diretamente, pois pode ser irritante. 6. Extrato de Sementes de Toranja O extrato de sementes de toranja contém compostos antifúngicos que ajudam a eliminar o fungo Candida. Como usar: Tome-o sob a forma de suplemento, seguindo as indicações do fabricante. Dilua-o em água para uma lavagem vaginal natural. Perguntas Frequentes sobre a Candidíase 1. Como eliminar o fungo Candida de forma eficaz? Para eliminar o fungo Candida, é essencial combinar tratamentos naturais e médicos consoante a gravidade: Use antifúngicos tópicos ou sistémicos prescritos por um médico. Introduza probióticos, alho e óleo de coco na sua alimentação. Evite o açúcar e os alimentos processados, pois alimentam o crescimento da Candida. 2. Que alimentos devo evitar se tiver candidíase? Evite alimentos ricos em açúcares, hidratos de carbono refinados, laticínios processados, álcool e leveduras. Opte por uma alimentação rica em vegetais, proteínas magras e gorduras saudáveis. 3. Quanto tempo demora a curar a candidíase? O tempo de recuperação depende da gravidade da infeção e do tratamento utilizado: As infeções ligeiras podem resolver-se em 7-10 dias. Nos casos mais graves, podem ser necessárias várias semanas com uma abordagem integrada. 4. Como prevenir a candidíase? Mantenha uma boa higiene pessoal. Use roupa interior de algodão para permitir a transpiração. Evite duches vaginais e produtos perfumados. Mantenha o sistema imunitário forte com uma alimentação equilibrada e exercício regular. 5. Posso usar remédios naturais para a candidíase em vez de medicamentos? Sim, os remédios naturais podem ser eficazes em casos ligeiros, mas se os sintomas persistirem ou agravarem, é importante procurar assistência médica. Os medicamentos antifúngicos são necessários em casos graves ou recorrentes. Hábitos para Complementar os Remédios Naturais Hidratação: Beber água suficiente ajuda a eliminar toxinas e a reduzir a inflamação. Exercício regular: Fortalece o sistema imunitário e melhora o metabolismo. Dieta antifúngica: Limite o consumo de alimentos que favorecem o crescimento da Candida e dê prioridade a vegetais e gorduras saudáveis. Conclusão A candidíase pode ser incómoda, mas com os melhores remédios para a candidíase, como o óleo de coco, o alho e os probióticos, pode combatê-la de forma natural. É fundamental tratar a causa subjacente e adotar hábitos saudáveis para prevenir futuros episódios. Se os sintomas persistirem, não hesite em consultar um profissional de saúde para receber o tratamento adequado. Lembre-se de que a chave está em combinar remédios naturais com uma abordagem integrada para alcançar um alívio eficaz e duradouro. Bibliografia Brown, J. (2020). Remédios Naturais para o Crescimento Excessivo de Candida. Journal of Herbal Medicine. Smith, L. (2019). Abordagens Alimentares para Controlar Infeções por Leveduras. Nutrition Science Journal.  Patel, R. (2021). Propriedades Antifúngicas dos Óleos Naturais. Plant-Based Medicine Review.  

¿Qué tener en cuenta si quieres estudiar Dietética?

O que deves ter em conta se queres estudar Dietética?

Rafael García García

A Dietética está a ganhar popularidade como profissão-chave para prevenir doenças através de uma alimentação saudável, atraindo quem quer ter um impacto positivo na qualidade de vida dos outros. No entanto, antes de escolher um curso profissional de Técnico Superior em Dietética, é essencial compreender o perfil profissional para o qual esta formação prepara: especialistas em dietoterapia, controlo da qualidade alimentar e educação nutricional, para além de receitas ou cozinha. Queremos que este artigo te sirva de guia para avaliares se este papel combina contigo, mas também analisamos aspetos fundamentais para te ajudar a decidir com segurança. Em que consiste realmente trabalhar em Dietética? Um Técnico Superior em Dietética planeia e supervisiona menus adaptados às necessidades tanto de pessoas saudáveis como de pessoas com problemas de saúde, como diabetes ou excesso de peso. O seu dia a dia inclui: Elaborar dietas personalizadas. Controlar a qualidade e a higiene dos alimentos em cozinhas ou indústrias. Educar pacientes, escolas ou empresas sobre hábitos alimentares equilibrados. Estas funções aplicam-se em hospitais e lares (criando menus terapêuticos), refeitórios escolares e empresariais (promovendo nutrição coletiva), indústrias alimentares (verificando a segurança) ou consultas de nutrição (aconselhando individualmente). É uma função prática que combina ciência básica dos alimentos com contacto direto com pessoas, sempre focada na prevenção e melhoria da saúde através da alimentação. Que perfil costuma enquadrar-se nestes estudos? Os estudantes de Dietética costumam ser pessoas com um interesse genuíno pela alimentação como ferramenta de bem-estar, fascinadas pela forma como aquilo que comemos influencia a saúde no dia a dia e ajuda a prevenir doenças comuns. Sentem-se motivados a ajudar os outros a melhorar hábitos, seja orientando um paciente com restrições alimentares ou criando menus saudáveis para grupos. Mas também valorizam o contacto próximo com as pessoas (famílias, pacientes ou equipas em refeitórios) e gostam da vertente prática: experimentar em cozinhas, analisar rótulos nutricionais ou resolver casos reais. Se te atrai combinar ciência simples dos alimentos com impacto social direto, este perfil é para ti; é ideal para quem prefere ação concreta em vez de teoria abstrata. O que deves analisar antes de escolher onde estudar Dietética? Antes de escolheres que formação vais frequentar, convém analisar vários aspetos que podem influenciar a experiência de aprendizagem. Isto é especialmente importante para quem está a ponderar estudar Dietética em Madrid, já que, numa cidade com tanta oferta, compensa comparar com calma a oficialidade, a modalidade, a componente prática e a abordagem de cada opção. Que a formação seja oficial Confirmar se a formação é oficial é o primeiro filtro essencial: só os ciclos regulados pelo Ministério da Educação atribuem um título de Técnico Superior em Dietética válido em toda a Espanha e na Europa. Um título oficial que conste no Registro de Universidades, Centros y Títulos (RUCT) e que esteja publicado no BOE garante que cumpres os currículos nacionais de módulos como Dietoterapia ou Higiene Alimentar. Evita centros não homologados, porque os seus diplomas não permitem o acesso a concursos públicos nem à inscrição profissional, limitando as saídas profissionais na saúde ou na indústria. A vertente prática Uma boa formação em Dietética dá prioridade à vertente prática desde o início, com laboratórios reais para analisar alimentos, cozinhas experimentais para testar dietas e software atualizado para calcular menus personalizados. Não se trata apenas de teoria sobre nutrientes, mas de aplicar conhecimentos em casos reais, como dietas para celíacos ou controlo de alergénios. Os centros com maior foco prático preparam melhor para o dia a dia profissional, reforçando a tua confiança e empregabilidade face a opções mais teóricas que deixam a prática para o fim. A modalidade Escolhe a modalidade que melhor se adapta ao teu ritmo: Presencial para tirares o máximo partido das práticas em grupo e do networking. Semipresencial se precisares de conciliar com o trabalho. Online para total flexibilidade. Em Dietética, o ensino presencial destaca-se pelo contacto direto com utensílios e alimentos, mas as formações online oficiais também incluem simuladores virtuais eficazes. Avalia a tua disponibilidade, estilo de aprendizagem e objetivos: se procuras contacto real com professores e colegas, dá prioridade a centros com aulas em direto e horários compatíveis. O estágio O estágio (FCT, 400 horas obrigatórias) é a ponte para o mercado de trabalho, por isso vale a pena verificar os protocolos do centro que te interessa com outras instituições, como hospitais, cantinas ou indústrias alimentares. Um bom programa oferece rotação por diferentes contextos, desde unidades hospitalares até catering escolar, com tutores qualificados e acompanhamento personalizado. Pergunte pela percentagem de alunos que encontram emprego através do estágio: é um indicador-chave de qualidade e dá-lhe contactos reais antes de obter o diploma. Madrid, uma cidade com muita oferta para estudar Dietética Madrid concentra dezenas de centros autorizados para estudar Dietética, desde institutos públicos até escolas privadas especializadas, o que aumenta as opções, mas também gera confusão na comparação. Esta variedade é uma vantagem para encontrar uma abordagem prática ou flexibilidade de horários, mas exige analisar pormenores como o rácio professor-aluno, as instalações e as taxas de empregabilidade. Quanto maior for a oferta, mais importante é filtrar por oficialidade e prática real para não errar e escolher uma formação que impulsione a sua carreira num mercado competitivo. Erros habituais ao escolher uma formação em Dietética Escolher mal onde estudar um curso de Dietética pode atrasar a sua entrada no mercado de trabalho ou limitar as suas opções profissionais. Entre os erros mais comuns cometidos pelos futuros estudantes, destacam-se os seguintes: Escolher o centro só porque fica perto. Embora poupe tempo nas deslocações, se não tiver laboratórios nem prática real, perde uma preparação prática essencial para competir no mercado. Não verificar se o diploma é oficial. Apostar em diplomas não homologados, que não são válidos para concursos públicos nem inscrição na ordem profissional, deixa-o de fora de hospitais públicos ou empresas reguladas. Ignorar a componente prática. Optar por um curso mais teórico, a pensar que o estágio basta, faz com que, quando chegar ao posto de trabalho real, não tenha a experiência necessária para se orientar, o que trava a sua confiança inicial. Não comparar modalidades. Escolher o formato online sem perceber se funciona para si em disciplinas práticas como higiene alimentar, ou o presencial sem avaliar se se adapta à sua rotina de trabalho. Ignorar os estágios. Ao não perguntares por protocolos ou empresas parceiras, perdes a oportunidade de criar contactos reais que podem facilitar a entrada no primeiro emprego. Identifica estes erros antes de te matriculares e dá prioridade à qualidade em vez da pressa. Que perguntas deves fazer antes de decidir? Antes de te matriculares em Dietética, faz estas perguntas essenciais para confirmares que estás a escolher a opção certa. Responde com honestidade e contacta diretamente os centros para esclarecer os detalhes. ·         O diploma é oficial e válido em toda a Espanha? Confirma no BOE ou no TodoFP se está homologado e se permite inscrição em ordem profissional ou acesso a concursos públicos. ·         Que estágios oferecem e em que empresas? Pergunta sobre protocolos com hospitais, cantinas ou indústrias reais, e sobre o acompanhamento durante as FCT. ·         Como é a componente prática desde o início? Informa-te sobre a existência de laboratórios, cozinhas experimentais e utilização de software de dietas. ·         A modalidade adapta-se à minha rotina? Avalia horários, ensino online/presencial e flexibilidade, caso trabalhes ou estejas a estudar outras coisas. ·         O que dizem os ex-alunos sobre a empregabilidade? Procura opiniões reais sobre a inserção no mercado de trabalho e a preparação para o dia a dia. Estas respostas dão-te clareza para decidir sem dúvidas. Se tudo fizer sentido, podes avançar com confiança para uma carreira sólida na área da nutrição. Conclusão Estudar o Técnico Superior em Dietética é uma escolha sólida para quem tem paixão por alimentação saudável, gosta de ajudar os outros e procura uma função prática na área da saúde ou da indústria alimentar. Prepara-te para um mercado de trabalho estável e em crescimento, com saídas em hospitais, cantinas ou educação nutricional. No entanto, o sucesso depende de escolher com critério: confirma o reconhecimento oficial, a qualidade real dos estágios e a componente prática, sem decidir apenas por impulso ou proximidade. Assim, garantes uma formação que impulsiona a tua carreira desde o primeiro dia, alinhada com os teus objetivos e sem surpresas. Referências Real Decreto 536/1995, de 7 de abril, pelo qual é criado o título de Técnico Superior em Dietética e os respetivos conteúdos mínimos. (1995, 2 de junho). BOE-A-1995-13285. Boletim Oficial do Estado. https://www.boe.es/diario_boe/txt.php?id=BOE-A-1995-13285 Real Decreto 548/1995, de 7 de abril, pelo qual são definidos os conteúdos mínimos do ciclo formativo de Técnico Superior em Dietética. (1995, 2 de junho). BOE-A-1995-13287. Boletim Oficial do Estado. https://www.boe.es/diario_boe/txt.php?id=BOE-A-1995-13287 Ministério da Educação, Formação Profissional e Desporto. TodoFP. (s. d.). Técnico Superior em Dietética. https://www.todofp.es/que-estudiar/logse/sanidad/dietetica.html

Alergia a los ácaros: síntomas en la piel, causas y tratamientos efectivos
Metabolismo

Alergia aos ácaros: sintomas na pele, causas e tratamentos eficazes

Rafael García Alonso

O que é a alergia aos ácaros? A alergia aos ácaros do pó é uma reação do sistema imunitário a minúsculas partículas presentes no pó doméstico. Os ácaros são microrganismos invisíveis que vivem em colchões, almofadas, alcatifas e tecidos. Não é o ácaro em si que provoca a alergia, mas sim os seus restos e excrementos, que contêm proteínas altamente alergénicas. Trata-se de uma das alergias mais comuns, afetando milhões de pessoas em todo o mundo. Alergia aos ácaros: sintomas mais comuns Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas os mais frequentes são: Espirros frequentes Congestão nasal Comichão no nariz e nos olhos Lacrimejo Tosse seca Dificuldade em respirar Ácaros: alergia na pele Além dos sintomas respiratórios, muitas pessoas também apresentam alergia aos ácaros na pele, como: Comichão intensa Vermelhidão Erupção cutânea provocada por ácaros (alergia na pele) Dermatite ou eczema 👉 A alergia aos ácaros sintomas na pele é mais comum em pessoas com pele sensível ou dermatite atópica. Porque é que surge a alergia aos ácaros? As principais causas estão relacionadas com o ambiente: Humidade elevada em casa Acumulação de pó Uso de têxteis (alcatifas, cortinas, colchões) Falta de ventilação Os ácaros desenvolvem-se especialmente bem em ambientes quentes e húmidos, como os quartos. É possível curar a alergia aos ácaros? Uma das perguntas mais pesquisadas é: é possível curar a alergia aos ácaros? A resposta é clara:👉 Não existe uma cura definitiva, mas é possível controlá-la de forma eficaz. Com um bom tratamento e medidas preventivas, é possível reduzir os sintomas até quase os eliminar. Tratamento para a alergia aos ácaros O tratamento da alergia aos ácaros costuma combinar várias estratégias: 1. Medicação Anti-histamínicos Corticoides nasais Descongestionantes Também existem opções naturais, como as comprimidos para a alergia, que ajudam a aliviar os sintomas de forma mais suave. 2. Imunoterapia (vacinas) É um dos tratamentos mais eficazes a longo prazo. Consiste em expor o organismo a pequenas quantidades do alergénio para reduzir a sensibilidade. 👉 Segundo estudos clínicos, pode reduzir os sintomas em até 70% dos casos. 3. Tratamento natural para a alergia aos ácaros Cada vez mais pessoas procuram alternativas como: Plantas com efeito anti-histamínico natural Suplementos para reforçar o sistema imunitário Dietas anti-inflamatórias Este tipo de tratamento natural para alergia aos ácaros pode ser um bom complemento ao tratamento médico. Alergia ao pó: remédios caseiros eficazes Se procura alergia ao pó remédios caseiros, estes são os mais recomendados: Arejar a casa diariamente Lavar a roupa de cama a mais de 60ºC Usar capas antiácaros Evitar tapetes e peluches Manter a humidade abaixo dos 50% Aspirar com filtros HEPA 👉 Estas medidas podem reduzir a presença de ácaros até 80%. Curiosidades sobre os ácaros que (quase) ninguém conhece Um colchão pode albergar milhões de ácaros. Os ácaros não mordem nem picam, mas podem provocar reações alérgicas. Alimentam-se principalmente de células mortas da pele. Vivem melhor em temperaturas entre 20ºC e 25ºC. A humidade é a sua maior aliada: quanto mais elevada for, mais proliferam. Mitos sobre a alergia aos ácaros ❌ “Os ácaros só existem em casas sujas” Falso. Podem estar presentes até em casas muito limpas. ❌ “Só afetam na primavera” Falso. A alergia aos ácaros é perene e pode surgir ao longo de todo o ano. ❌ “O frio elimina os ácaros” Parcialmente falso. O frio reduz a sua atividade, mas nem sempre os elimina por completo. ❌ “Afetam apenas os pulmões” Falso. Também causam alergia aos ácaros na pele. Perguntas frequentes sobre a alergia aos ácaros Como saber se tenho alergia aos ácaros? Se tem sintomas durante todo o ano (sobretudo em casa ou ao dormir), é provável. A confirmação faz-se com testes de alergia. O que provoca erupções cutâneas causadas por ácaros na pele? A reação alérgica às suas proteínas pode causar inflamação, comichão e erupções cutâneas. Qual é a melhor solução para a alergia aos ácaros? Uma combinação de limpeza, controlo ambiental e tratamento médico ou natural. Os comprimidos para a alergia funcionam? Sim, ajudam a reduzir os sintomas, especialmente os anti-histamínicos e as alternativas naturais. Conselhos práticos para reduzir os ácaros em casa Troque os lençóis semanalmente Evite a acumulação de pó Use um aspirador com filtro HEPA Reduza os têxteis desnecessários Mantenha uma boa ventilação Conclusão A alergia aos ácaros é uma das mais comuns, mas também uma das mais controláveis. Embora não tenha cura definitiva, existem várias soluções que permitem melhorar significativamente a qualidade de vida. Desde mudanças em casa até tratamentos naturais ou médicos, o importante é agir de forma consistente e preventiva. Bibliografia Mayo Clinic – Alergia aos ácaros do pó World Health Organization (WHO) – Doenças alérgicas Sociedade Espanhola de Alergologia e Imunologia Clínica (SEAIC) National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID)

Alergia al sudor: síntomas, causas y cómo tratar la urticaria por sudor
Metabolismo

Alergia ao suor: sintomas, causas e como tratar a urticária provocada pelo suor

Rafael García García

O que é a alergia ao suor? A chamada alergia ao suor é uma reação cutânea que surge quando o corpo produz suor. Embora o termo “alergia” não seja totalmente preciso, em muitos casos trata-se de uma urticária colinérgica, uma forma de reação do sistema imunitário ao aumento da temperatura corporal. Esta condição provoca sintomas como urticas provocadas pelo suor, comichão intensa e erupção cutânea, especialmente durante o exercício, com o calor ou em situações de stress. Sintomas da alergia ao suor Os sintomas mais frequentes da urticária provocada pelo suor incluem: Pequenas urticas vermelhas ou borbulhas provocadas pelo suor Comichão intensa ou sensação de ardor Erupção cutânea por alergia ao suor Vermelhidão da pele Sensação de calor ou ardor Onde aparece com mais frequência? As zonas mais comuns onde se manifesta a reação alérgica ao suor são: Pescoço (é muito habitual a alergia no pescoço provocada pelo suor) Peito e costas Rosto Braços Em alguns casos, os sintomas podem surgir em todo o corpo. Causas da alergia ao suor As principais causas da dermatite provocada pelo suor ou urticária relacionada com o suor são: Aumento da temperatura corporal Exercício físico intenso Stress ou ansiedade Ambientes quentes ou húmidos Banhos quentes O que acontece no corpo? Quando transpiramos, o corpo liberta certas substâncias (como a acetilcolina) que podem desencadear uma reação alérgica ao suor em pessoas sensíveis. Tipos de reação ao suor Nem todas as reações ao suor são iguais. As mais comuns são: Urticária colinérgica É a mais frequente. Surgem pequenas urticas com comichão intensa ao transpirar. Dermatite provocada pelo suor Está mais relacionada com irritação cutânea, sobretudo em peles sensíveis. Erupção cutânea por calor (miliária) Não é exatamente uma alergia, mas pode ser confundida com uma. Surge devido à obstrução dos ductos sudoríparos. Tratamento da alergia ao suor O tratamento depende da intensidade dos sintomas, mas as opções mais habituais incluem: 1. Anti-histamínicos Ajudam a reduzir a reação alérgica e a comichão. 2. Evitar fatores desencadeantes Reduzir o calor excessivo Evitar roupa apertada Tomar banho depois de transpirar 3. Suplementos naturais Algumas pessoas procuram alternativas naturais para aliviar os sintomas. Pode encontrar opções como melhores comprimidos para alergias que ajudam a controlar a resposta do organismo. 4. Mudanças no estilo de vida Manter a pele seca Usar roupa respirável Controlar o stress Como saber se tens alergia ao suor Muitas pessoas perguntam-se: como saber se tenho alergia ao suor? Os sinais mais evidentes são: Aparecimento de pápulas depois de suar Comichão intensa ao fazer exercício Crises que desaparecem ao arrefecer o corpo Para um diagnóstico preciso, recomenda-se consultar um especialista. Curiosidades sobre a alergia ao suor Não é propriamente uma alergia ao suor, mas sim a uma reação do corpo ao calor. Pode surgir mesmo sem fazer exercício, apenas com emoções intensas. É mais frequente em pessoas jovens (entre os 10 e os 30 anos). Em alguns casos, melhora espontaneamente com o tempo. Mitos sobre a alergia ao suor ❌ “É uma doença rara” ➡️ Falso. É mais comum do que parece, mas muitas pessoas não têm diagnóstico. ❌ “Deve-se à falta de higiene” ➡️ Falso. Não está relacionada com a higiene, mas sim com a reação do sistema imunitário. ❌ “Não tem solução” ➡️ Falso. Embora nem sempre tenha cura, pode ser controlada eficazmente. Perguntas frequentes sobre a alergia ao suor A alergia ao suor é perigosa? Na maioria dos casos, não, embora possa ser muito incómoda. Em casos raros, pode causar sintomas mais intensos. Quanto tempo dura a urticária por suor? Normalmente entre 30 minutos e 2 horas depois de deixar de suar. É possível prevenir a alergia ao suor? Sim, evitando o calor excessivo, controlando o stress e usando roupa adequada. É o mesmo que a erupção cutânea causada pelo calor? Não exatamente. A erupção cutânea é uma irritação, enquanto a urticária é uma reação do sistema imunitário. Porque é que me aparecem borbulhas por causa do suor? Pode dever-se a uma reação alérgica ao suor ou à obstrução dos poros. Conclusão A alergia ao suor ou urticária por suor é uma condição mais comum do que parece. Embora possa ser incómoda, existem várias formas de a controlar através de hábitos adequados, tratamentos e apoio natural. Identificar os sintomas e agir atempadamente é fundamental para melhorar a qualidade de vida e evitar desconfortos recorrentes. Bibliografia Mayo Clinic – Visão geral da erupção cutânea causada pelo calor e da urticária American Academy of Dermatology – Urticária colinérgica National Institutes of Health (NIH) – Urticária e reações cutâneas Sociedade Espanhola de Alergologia e Imunologia Clínica (SEAIC)

Alergia al polen: síntomas, causas, tratamiento y cómo aliviarla de forma efectiva
Eva García Ferrer

Alergia ao pólen: sintomas, causas, tratamento e como aliviá-la de forma eficaz

Eva García Ferrer

O que é a alergia ao pólen? A alergia ao pólen, também conhecida como alergia primaveril, é uma reação do sistema imunitário ao pólen de plantas, árvores e gramíneas. O organismo identifica o pólen como uma ameaça e responde libertando histamina, provocando os sintomas típicos. É uma das alergias mais comuns em Espanha, especialmente durante a época do pólen, que costuma concentrar-se entre a primavera e o início do verão. Quando começa a alergia ao pólen e quanto tempo dura? Uma das dúvidas mais frequentes é: quando começa a alergia ao pólen? 🌸 Fim do inverno – primavera: pólen de árvores 🌿 Primavera – verão: gramíneas (a mais comum) 🌾 Final do verão – outono: ervas daninhas 👉 A época do pólen pode variar consoante a zona, mas, em geral, os sintomas podem durar vários meses. Sintomas da alergia ao pólen Os sintomas de alergia ao pólen podem variar de intensidade, mas os mais comuns são: Espirros frequentes Congestão nasal Comichão no nariz, olhos e garganta Lacrimejo constante Corrimento nasal Cansaço Alergia ao pólen: sintomas na pele Embora sejam menos conhecidos, também existem sintomas de alergia ao pólen na pele: Comichão Vermelhidão Urticária ligeira Irritação 👉 Estes sintomas costumam surgir em pessoas mais sensíveis ou com dermatite prévia. Como saber se tenho alergia ao pólen? Muitas pessoas perguntam-se: como saber se tenho alergia ao pólen? Chaves para a identificar: Os sintomas surgem sempre na mesma altura do ano Pioram ao ar livre Melhoram em ambientes interiores Não há febre (ao contrário de uma constipação) Para o confirmar, recomenda-se consultar um especialista e realizar testes de alergia. Tipos de alergia ao pólen Nem todas as alergias ao pólen são iguais. Existem diferentes tipos, consoante a planta: Pólen de árvores (oliveira, cipreste, plátano) Pólen de gramíneas (o mais comum) Pólen de ervas daninhas 👉 Em Espanha, a alergia ao pólen das gramíneas é a mais frequente. Tratamento da alergia ao pólen O tratamento da alergia ao pólen depende da intensidade dos sintomas. Opções mais comuns: Anti-histamínicos Descongestionantes Corticoides nasais Imunoterapia (vacinas) Alternativas naturais Cada vez mais pessoas procuram soluções naturais, como suplementos para a alergia ao pólen, que ajudam a reduzir a resposta inflamatória do organismo. Podes encontrar opções eficazes como estas comprimidos para a alergia. Como evitar a alergia ao pólen Embora não seja possível eliminar completamente a exposição, é possível reduzi-la: Evitar sair em dias de elevada concentração de pólen Manter as janelas fechadas em casa e no carro Tomar banho ao chegar a casa Usar óculos de sol no exterior Evitar estender a roupa ao ar livre 👉 Estes hábitos podem reduzir significativamente os sintomas da alergia primaveril. Curiosidades sobre a alergia ao pólen (baseadas na ciência) 🌍 Mais de 30% da população mundial sofre de algum tipo de alergia, sendo o pólen uma das principais causas. 🌡️ As alterações climáticas estão a prolongar a época do pólen e a aumentar a sua intensidade. 🌙 Os níveis de pólen costumam ser mais elevados de manhã e ao entardecer. 🧬 A predisposição genética influencia: se os teus pais têm alergias, tens maior probabilidade de as desenvolver. Mitos sobre a alergia ao pólen ❌ “A alergia ao pólen só aparece na primavera” ✔️ Falso. Pode surgir desde o final do inverno até ao outono, dependendo do tipo de pólen. ❌ “Se chover, não há pólen” ✔️ Parcialmente falso. A chuva pode reduzir o pólen momentaneamente, mas depois pode aumentar. ❌ “A alergia desaparece com o tempo” ✔️ Nem sempre. Pode melhorar ou piorar consoante a pessoa. ❌ “Afeta apenas o nariz” ✔️ Falso. Também pode afetar os olhos, a garganta e a pele. Perguntas frequentes sobre a alergia ao pólen Quais são os sintomas da alergia ao pólen? Espirros, congestão nasal, comichão, lacrimejo e, em alguns casos, irritação na pele. Como saber se tem alergia ao pólen ou se é uma constipação? A alergia não provoca febre e repete-se todos os anos na mesma altura. Até quando dura a alergia ao pólen? Pode durar semanas ou meses, dependendo do tipo de pólen e da zona geográfica. Qual é o melhor tratamento para a alergia ao pólen? Depende do caso: anti-histamínicos, imunoterapia ou soluções naturais. É possível prevenir a alergia ao pólen? Não completamente, mas é possível reduzir os sintomas com hábitos e tratamento adequados. Conclusão A alergia ao pólen é uma das condições mais comuns durante a primavera, mas pode afetar durante grande parte do ano. Identificar os sintomas da alergia ao pólen, conhecer a época do pólen e aplicar medidas de prevenção é essencial para melhorar a qualidade de vida. Além disso, combinar tratamentos convencionais com soluções naturais como pastilhas para a alergia pode ser uma estratégia eficaz para controlar os sintomas. Bibliografia Organização Mundial da Saúde (WHO) – Rinite alérgica e exposição ao pólen Sociedade Espanhola de Alergologia e Imunologia Clínica (SEAIC) Mayo Clinic – Febre dos fenos (rinite alérgica) Academia Europeia de Alergia e Imunologia Clínica (EAACI) National Institutes of Health (NIH) – Visão geral das alergias

Alergia al sol: síntomas, causas y cómo aliviar la reacción en la piel
Metabolismo

Alergia ao sol: sintomas, causas e como aliviar a reação na pele

Rafael García Alonso

O que é a alergia ao sol? A alergia ao sol, também conhecida como alergia solar, é uma reação da pele após a exposição à radiação solar. Não é uma alergia “clássica”, mas sim uma resposta exagerada do sistema imunitário à luz ultravioleta. Manifesta-se sob a forma de erupção cutânea provocada pelo sol, vermelhidão, comichão ou borbulhas, especialmente em zonas expostas como os braços, o decote ou o rosto. Em termos médicos, pode incluir diferentes condições, como: Erupção polimorfa à luz (a mais comum) Dermatite causada pelo sol Fotossensibilidade induzida Alergia ao sol: sintomas mais comuns Os sintomas de alergia ao sol podem surgir minutos ou horas após a exposição solar. Os mais frequentes são: Erupção cutânea provocada pelo sol Comichão intensa Pápulas ou borbulhas na pele Vermelhidão Inflamação Pequenas bolhas nos casos mais graves Onde aparece a alergia ao sol? As zonas mais habituais são: Braços Decote Ombros Pescoço Alergia ao sol no rosto (menos frequente, mas possível) 👉 Muitas pessoas descrevem a sensação como “aparecem-me borbulhas por alergia ao sol ou pequenas pápulas que causam muita comichão”. Porque surge a alergia solar? As causas da alergia ao sol não são únicas, mas há fatores que aumentam o risco: Exposição solar intensa após meses sem sol Pele clara ou sensível Uso de perfumes ou cosméticos fotossensíveis Alguns medicamentos Alterações hormonais Sistema imunitário reativo Na realidade, o que acontece é uma reação ao sol em que o sistema imunitário identifica componentes da pele alterados pela radiação como uma “ameaça”. Tipos de reação alérgica ao sol Erupção polimorfa à luz É a mais comum. Provoca borbulhas, comichão e erupção cutânea após a exposição solar, especialmente na primavera e no verão. Urticária solar Uma reação mais rápida que provoca urticária por alergia ao sol quase imediata após a exposição. Dermatite causada pelo sol Relacionada com substâncias externas (perfumes, cremes), provoca uma reação alérgica ao sol na pele. Como saber se tens alergia ao sol Se estás a perguntar-te “como saber se tenho alergia ao sol”, presta atenção a estes pontos-chave: Surge após a exposição ao sol Provoca comichão ou irritação Repete-se nas mesmas zonas Melhora ao evitar a exposição Em caso de dúvida, recomenda-se consultar um dermatologista. Tratamento para a alergia ao sol O tratamento da alergia solar depende da intensidade dos sintomas. Medidas básicas Evitar o sol nas horas de maior intensidade Usar proteção solar elevada (SPF 50) Usar roupa protetora Hidratar a pele Apoio natural e suplementos Cada vez mais pessoas recorrem a soluções que ajudam a preparar a pele a partir do interior, como as pastilhas para a alergia, que podem ajudar a modular a resposta do organismo perante fatores externos. Mitos sobre a alergia ao sol ❌ “A alergia ao sol afeta apenas pessoas de pele clara” Falso. Embora seja mais comum, pode afetar qualquer tipo de pele. ❌ “Se te expuseres mais ao sol, desaparece” Parcialmente falso. Algumas pessoas desenvolvem tolerância, mas noutros casos pode piorar. ❌ “É o mesmo que um escaldão” Não. A reação alérgica ao sol implica uma resposta imunológica, não apenas danos causados pela radiação. Curiosidades sobre a alergia solar Estima-se que até 20% da população possa sofrer algum tipo de reação solar. É mais frequente em mulheres entre os 20 e os 40 anos. A primeira exposição intensa ao sol após o inverno costuma desencadeá-la. Algumas pessoas desenvolvem tolerância de forma progressiva ao longo do verão. Perguntas frequentes sobre a alergia ao sol Qual é a diferença entre alergia ao sol e intolerância ao sol? A intolerância ao sol é um termo geral. A alergia implica uma reação do sistema imunitário. Quanto tempo dura a alergia ao sol? Pode durar desde alguns dias até várias semanas, dependendo da exposição e do tratamento. Como eliminar rapidamente a erupção cutânea causada pelo sol? Evitar o sol, hidratar a pele, usar cremes calmantes e, em alguns casos, anti-histamínicos. A alergia ao sol pode surgir de repente? Sim. Muitas pessoas desenvolvem-na na idade adulta sem nunca terem tido sintomas antes. É possível prevenir a alergia ao sol? Sim, com uma exposição progressiva ao sol, proteção adequada e cuidados com a pele. Conselhos para prevenir a alergia ao sol Exponha-se ao sol de forma progressiva Use protetor solar todos os dias Evite perfumes antes de se expor ao sol Mantenha a pele bem hidratada Reforce a pele a partir do interior Conclusão A alergia ao sol é uma reação cada vez mais comum que pode afetar significativamente a qualidade de vida, sobretudo no verão. Identificar os sintomas de alergia ao sol, compreender as suas causas e aplicar medidas preventivas é essencial para evitar desconforto. Além disso, combinar proteção externa com apoio interno pode fazer toda a diferença para desfrutar do sol sem preocupações. Bibliografia Mayo Clinic. Alergia ao sol: sintomas e causas Academia Americana de Dermatologia. Fotossensibilidade e alergia ao sol Associação Britânica de Dermatologistas. Erupção polimórfica à luz Organização Mundial da Saúde (OMS). Exposição solar e saúde da pele

Alergias: síntomas, tipos, causas y tratamiento
Defensas

Alergias: sintomas, tipos, causas e tratamento

Rafael García García

As alergias são muito frequentes e afetam milhões de pessoas. De facto, a rinite alérgica afeta aproximadamente entre 10 % e 30 % da população mundial, e a sensibilização alérgica mediada por IgE a proteínas ambientais pode atingir até 40 % da população. Por isso, compreender o que é uma alergia, como reconhecer os seus sintomas e que tratamentos existem é cada vez mais útil no dia a dia. O que é uma alergia Uma alergia é uma resposta exagerada do sistema imunitário a uma substância que, na maioria das pessoas, não provoca qualquer problema. Essa substância chama-se alergénio e pode ser pólen, ácaros do pó, pelo de animais, bolor, alimentos, medicamentos ou veneno de insetos, entre outros. Quando uma pessoa alérgica entra em contacto com o alergénio, o organismo liberta mediadores como a histamina e surgem os sintomas. Quais são os sintomas da alergia Os sintomas de alergia nem sempre são iguais. Variam consoante o tipo de alergénio, a via de exposição e a intensidade da reação. Podem ser ligeiros, moderados ou, em alguns casos, graves. Sintomas respiratórios da alergia Estão entre os mais frequentes, sobretudo quando a alergia está relacionada com o ambiente. Espirros frequentes Congestão nasal Corrimento nasal aquoso Comichão no nariz ou na garganta Tosse seca Pieira no peito Sensação de falta de ar Sintomas de alergia nos olhos Quando afeta os olhos, os sintomas mais comuns são: Comichão nos olhos Lacrimejo Vermelhidão Inchaço à volta dos olhos Sintomas de alergia na pele A pele é uma das zonas onde uma reação alérgica se torna mais evidente. Vermelhidão Comichão Vergões ou pápulas Urticária Inchaço Descamação Bolhas em alguns casos Uma reação alérgica na pele costuma surgir sob a forma de manchas ou relevo com comichão, que podem mudar de tamanho ou de forma. Sintomas digestivos Em algumas alergias, especialmente alimentares, podem surgir: Náuseas Vómitos Dor abdominal Diarreia Sintomas graves de alergia (urgência médica) Em casos pouco frequentes, pode ocorrer uma reação grave chamada anafilaxia. Os sinais de alerta incluem: Dificuldade em respirar Inchaço dos lábios, da língua ou da garganta Aperto no peito Tonturas ou sensação de desmaio Agravamento rápido dos sintomas Perante estes sintomas, é fundamental ir de imediato às urgências. Tipos de alergias mais frequentes Existem diferentes tipos de alergias, consoante o desencadeante e a forma como afetam o organismo. Alergia respiratória Inclui a rinite alérgica, a rinoconjuntivite e parte da asma alérgica. Costuma estar relacionada com: Pólen Ácaros Bolor Animais Alergia alimentar Ocorre após a ingestão de determinados alimentos. Pode provocar sintomas digestivos, cutâneos ou respiratórios. Alergia a medicamentos Alguns medicamentos podem desencadear reações alérgicas, embora nem todas as reações a medicamentos sejam alergias verdadeiras. Alergia a picadas de insetos Pode causar desde inflamação local até reações mais extensas ou graves em pessoas sensíveis. Alergia de contacto Surge quando a pele entra em contacto com certas substâncias, como: Metais Cosméticos Perfumes Produtos químicos Como saber se tens alergia Muitas pessoas perguntam-se “como saber se tenho alergia” porque os sintomas podem confundir-se com outras condições. Alguns sinais que podem indicar alergia: Os sintomas surgem quando estás exposto a algo específico Repetem-se em determinadas situações ou épocas do ano Afetam sempre as mesmas zonas (nariz, pele, olhos…) Incluem comichão, algo pouco habitual em infeções Ainda assim, o diagnóstico deve ser confirmado por um profissional de saúde. Diferenças entre alergia e constipação Embora possam parecer semelhantes, há diferenças importantes: Alergia: Comichão frequente Espirros sucessivos Muco transparente Olhos lacrimejantes Constipação: Mal-estar geral Dor de garganta Febre ocasional Evolução progressiva Testes para saber a que é alérgico Para identificar o alergénio, o especialista pode recomendar: Testes cutâneos Análises ao sangue Testes de exposição controlada Exames mais específicos em casos concretos Porque pode surgir uma alergia de repente É possível desenvolver uma alergia, mesmo que antes não a tivesse. Isto pode dever-se a: Exposição repetida a uma substância Mudanças no ambiente Fatores genéticos Alterações no sistema imunitário Também influenciam fatores como a poluição, o estilo de vida ou o contacto com novos produtos ou alimentos. A alergia provoca cansaço? O cansaço pode surgir em pessoas com alergia, embora não seja o sintoma mais característico. Costuma estar relacionado com: Congestão nasal persistente Dificuldade em descansar bem Inflamação persistente Impacto geral na qualidade de vida Por si só, o cansaço não permite confirmar uma alergia. Tratamento das alergias O tratamento depende do tipo de alergia e da sua intensidade. Evitar o alergénio É a medida mais importante, sempre que possível. Medicação Pode incluir: Anti-histamínicos Corticóides Sprays nasais Colírios Comprimidos para a alergia Devem ser sempre utilizados segundo indicação de um profissional de saúde. Imunoterapia Em alguns casos, é utilizada para reduzir progressivamente a sensibilidade ao alergénio. Quando recorrer às urgências Deve procurar assistência médica imediata se surgir: Dificuldade em respirar Inchaço no rosto ou na garganta Sintomas intensos que pioram rapidamente Conclusão As alergias podem manifestar-se de muitas formas: desde sintomas ligeiros, como espirros ou comichão, até reações mais intensas que afetam a respiração ou a pele. Reconhecer os sintomas, identificar possíveis desencadeantes e consultar um profissional sempre que necessário é fundamental para um bom controlo. Uma abordagem adequada combina prevenção, tratamento e acompanhamento, sempre com critério clínico.

Flora Intestinal: qué es, cómo funciona y cómo recuperarla si está dañada
Digestión

Flora intestinal: o que é, como funciona e como recuperá-la se estiver danificada

Rafael García García

O que é a flora intestinal? A flora intestinal, também conhecida como microbiota intestinal, é o conjunto de milhões de microrganismos (principalmente bactérias) que vivem no nosso intestino. Estas bactérias não são más, muito pelo contrário: desempenham funções essenciais para a saúde. De facto, estima-se que temos mais bactérias do que células humanas no corpo. Quando te perguntas “o que é a flora intestinal”, a forma mais simples de o perceber é esta:👉 É como um “ecossistema interno” que influencia a digestão, as defesas e até o estado de espírito. Para que serve a flora intestinal? Uma microbiota equilibrada é essencial para: Digestão e absorção de nutrientes Produção de vitaminas (como a B12 e a K) Defesa contra bactérias nocivas Regulação do sistema imunitário Ligação ao cérebro (eixo intestino-cérebro) 👉 De facto, cerca de 70% do sistema imunitário está no intestino. Sintomas de uma flora intestinal danificada Quando a microbiota entra em desequilíbrio (o que se conhece como disbiose), podem surgir sintomas como: Inchaço e gases Digestões pesadas Prisões de ventre ou diarreia Cansaço frequente Problemas de pele Baixa das defesas Muitas pessoas pesquisam “como saber se tenho a flora intestinal danificada” quando sentem estes sintomas de forma recorrente. Causas mais comuns de uma flora intestinal alterada As principais causas que afetam a microbiota são: Uso de antibióticos Alimentação pobre em fibra e rica em ultraprocessados Stress crónico Falta de sono Consumo excessivo de álcool Infeções intestinais 👉 Os antibióticos, embora sejam necessários em muitos casos, podem eliminar tanto as bactérias nocivas como as benéficas. Como recuperar a flora intestinal danificada Se te perguntas “como recuperar a flora intestinal danificada”, aqui tens as estratégias mais eficazes, apoiadas pela ciência: 1. Aumenta o consumo de fibra (prebióticos) Os prebióticos são o alimento das bactérias boas. Inclui na tua alimentação: Alho Cebola Banana Espargos Aveia Leguminosas 👉 Quanto maior a diversidade de fibra, melhor a diversidade da microbiota. 2. Consome alimentos fermentados Os alimentos fermentados contêm bactérias benéficas: Iogurte natural Kefir Chucrute Kimchi Estes alimentos ajudam a repovoar a microbiota de forma natural. 3. Utiliza probióticos quando necessário Os probióticos são microrganismos vivos que ajudam a restaurar a flora intestinal. Em certos casos, pode ser útil recorrer a comprimidos para a flora intestinal, especialmente após antibióticos ou problemas digestivos recorrentes. 4. Reduz o açúcar e os ultraprocessados O excesso de açúcar favorece o crescimento de bactérias prejudiciais. Reduzir este tipo de alimentos ajuda a restabelecer o equilíbrio intestinal. 5. Controla o stress O stress afeta diretamente o intestino. Técnicas como: Meditação Respiração Exercício podem melhorar significativamente a microbiota. Como melhorar a flora intestinal a longo prazo Mais do que recuperá-la, é importante mantê-la saudável. Se procuras “como melhorar a flora intestinal”, estas são as chaves: Alimentação variada e rica em alimentos naturais Consumo regular de fibra Hidratação adequada Atividade física frequente Bom descanso 👉 A microbiota muda constantemente consoante o que comes e a forma como vives. Curiosidades sobre a flora intestinal Cada pessoa tem uma microbiota única, como uma impressão digital O intestino é considerado o “segundo cérebro” As bactérias intestinais podem influenciar o estado de espírito A diversidade bacteriana é fundamental para uma boa saúde Os bebés adquirem a sua microbiota durante o parto Mitos sobre a flora intestinal ❌ “Todas as bactérias são más” Falso. Muitas são essenciais para a saúde. ❌ “Tomar probióticos resolve tudo” Não. Os probióticos ajudam, mas devem ser acompanhados por uma boa alimentação. ❌ “A flora intestinal não influencia o estado de espírito” Falso. Existe uma ligação direta entre o intestino e o cérebro. ❌ “Só importa a digestão” Incorreto. A microbiota também influencia a imunidade, a pele e a energia. Perguntas frequentes sobre a flora intestinal O que é a flora intestinal? É o conjunto de bactérias que vivem no intestino e ajudam a manter a saúde. Como recuperar rapidamente a flora intestinal danificada? Aumentando a fibra, consumindo fermentados, reduzindo os ultraprocessados e, em alguns casos, usando probióticos. Quanto tempo demora a recuperar a microbiota? Pode começar a melhorar em poucos dias, mas uma recuperação completa pode demorar semanas. Que alimentos ajudam a melhorar a flora intestinal? Alimentos ricos em fibra, fruta, legumes, leguminosas e fermentados. É necessário tomar suplementos? Depende do caso. Em situações específicas, os probióticos podem ser uma boa ajuda. Conclusão A flora intestinal é um dos pilares da saúde. Perceber o que é a flora intestinal e saber como melhorá-la ou recuperá-la quando está danificada pode fazer uma grande diferença no teu bem-estar diário. Pequenas mudanças na alimentação e no estilo de vida podem transformar a tua microbiota e, com isso, a tua saúde em geral. Bibliografia National Institutes of Health (NIH) – Projeto Microbioma Humano World Health Organization (WHO) – Microbiota intestinal e saúde Harvard Medical School – O microbioma intestinal e o seu papel na saúde Nature Reviews Gastroenterology & Hepatology – Investigação sobre a microbiota intestinal Mayo Clinic – Probióticos e saúde digestiva