Ergyphilus Íntima 60 cápsulas | Nutergia
Ergyphilus Íntima 60 cápsulas | Nutergia
Ergyphilus Intima ajuda a nutrir a flora vaginal, uma vez que contém uma mistura de quatro estirpes de lactobacilos e uma de bifidobactérias que habitam a zona íntima feminina. Desta forma, a Nutergia apresenta-lhe um produto que contribui para aliviar o desconforto provocado por infeções vaginais causadas por bactérias ou por leveduras, como acontece no caso da cândida.
Para que serve Ergyphilus Intima da Nutergia?
As alterações hormonais, a idade, o uso de roupa interior demasiado justa ou de materiais sintéticos, bem como o consumo de medicamentos como os antibióticos, podem afetar a flora vaginal, provocando infeções recorrentes. Para ajudar a aliviar esta condição, a Nutergia apresenta Ergyphilus, um suplemento alimentar que:
- É composto por bactérias benéficas resistentes aos ácidos gástricos, com o objetivo de garantir que estes microrganismos cheguem vivos à zona vaginal, após atravessarem o sistema digestivo.
- Oferece 24.000 milhões de bactérias vivas por toma, com o objetivo de lhe proporcionar um produto de elevada biodisponibilidade que, além disso, atua de forma harmoniosa com o pH vaginal, uma vez que se trata das mesmas estirpes que aí habitam, já que a sua função é ajudar a colonizar esta zona para enfraquecer os agentes patogénicos que causam o desconforto. É por isso que:
- Podem combater vírus e bactérias que possam ter criado resistência a alguns antibióticos.
- Ajudam a aliviar o desconforto de forma natural, já que, à medida que os agentes patogénicos desaparecem, o desconforto também diminui.
- Favorecem a produção de ácido láctico, o que ajudará a recuperar o pH vaginal entre 3,5 e 4,5, fazendo com que desapareçam microrganismos como as leveduras.
- Reforça o sistema imunitário, para evitar recaídas constantes.
Onde comprar Ergyphilus Intima da Nutergia?
Encomende Ergyphilus Intima da Nutergia aqui na nossa ervanária online, onde o temos para si com excelentes descontos.
*As recomendações de utilização são apenas recomendações. Em caso algum se estabelece uma relação de causa-efeito, salvo nos casos referidos no Regulamento UE Nº 432/2

